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    Prefeitura realiza obra na encosta do ribeirão Manduca que desabou





    AC Prefeitura / Evandro Ananias

    Obra emergencial na encosta do ribeirão Manduca

     

    A Secretaria de Infraestrutura, Meio Ambiente e Agricultura realiza obra emergencial na encosta do ribeirão Manduca, a qual desbarrancou em outubro do ano passado.

    Segundo José Roberto do Amaral, secretário da Infraestrutura, Meio Ambiente e Agricultura, a queda dos barrancos ocorreu devido à erosão.

    “Quando soubemos que o local havia desbarrancado, começamos a fazer alguns estudos para definir qual melhor forma de executar a obra, então, acabamos optando por fazer um trabalho emergencial de proteção”, afirmou ele.

    Amaral disse que a secretaria e o Executivo demoraram um pouco para iniciar o trabalho, pois desde o corrido, eles estavam planejando qual solução seria a melhor. Em dezembro, começaram a ir atrás de materiais.

    Segundo o secretário, para realizar uma obra definitiva no local, ainda são necessários estudos para analisar o que deverá ser feito. Além disso, após análise preliminar, ele apurou que o preço de uma reforma total seria de mais de R$ 1 milhão.

    Amaral disse, que, no momento, não é possível executar. “Seria uma obra de alto custo, então, estamos fazendo essa opção para ‘segurar’, para proteger até a solução definitiva. Mas, isso é um trabalho que já vem sendo feito em outros lugares e dá resultado”.

    O secretário não afirmou por quanto tempo a obra emergencial deve “segurar” o barranco, mas disse que soluciona o problema por hora, até que seja possível uma reforma completa.

    Ele acrescentou que não é somente aquele lugar que terá de passar por obras definitivas. “Outras pontes também terão que passar por isso”.

    De acordo com Amaral, o projeto, desenvolvido pelo setor de engenharia da Prefeitura, está sendo feito com madeiras tratadas e estruturadas para a pista ter um “apoio”, “pois trabalhar somente com terra não resolve”.

    A obra será feita em dois níveis: o primeiro será uma compactação e no segundo, utilizadas as madeiras para proteção.

    O custo previsto com o material é de R$ 25 mil, mas Amaral disse que o valor pode diminuir ainda. “A gente não sabe o que vai encontrar. De repente, será necessário alongar o comprimento da obra”, ressaltou.

    Ele acredita que caíram, aproximadamente, 30 metros lineares de barranco, mas, visando à proteção da encosta, contou que está sendo feita proteção, na encosta, de mais de 60 metros.

    Amaral não soube afirmar quanto tempo levará a obra, que começou em 24 de fevereiro. “A gente tem dificuldade em trabalhar com prazos, porque não tem como saber exatamente o que vamos encontrar embaixo do solo, isso dificulta um pouco”.

    Segundo o secretário, o trabalho que está sendo desenvolvido é uma forma de proteção, para que não ocorram acidentes ou mais desbarrancamentos.

    “Mas, a passagem pode continuar acontecendo normal. Não é necessário fazer rota alternativa e não está previsto desvio nenhum. Desde o fato, o trânsito continua normal, nós fizemos sinalização somente para evitar problemas”.

    “Não corre nenhum risco, tanto é que deixamos um tempo, antes de tomar a ação, para ver se estava movimentando mais o solo”, finalizou Amaral.