Zona de Conforto

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O que os outros pensam de nós teria pouca importância se não influenciasse tão profundamente o que pensamos de nós mesmos quando tomamos conhecimento da opinião alheia.
George Santayana

Zona de Conforto

Muitos pensam que a zona de conforto está composta por todas aquelas situações agradáveis que nos rodeiam e que trazem prazer à vida. A verdade é que não é assim.

A zona de conforto é composta por todas as situações, boas e más, às quais estamos acostumados e que descrevem nossa rotina.

Essa rotina nos evita questionar, pensar, tomar decisões. Esse é o único conforto que procuramos: O de nos movermos por inércia.

A zona de conforto é como essa bolha na qual nos resguardamos para que tudo siga igual.

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Ainda que nos queixamos e acreditemos que está insuportável, seguimos assim por medo, e isso facilmente se converterá em hábito.

O preço é muito alto. Não sair da zona de conforto é praticamente renunciar à vida, ao crescimento.

A vida começa onde termina sua zona de conforto. Não é uma frase de slogan de autoajuda.

Na verdade, é surpreendente tudo o que chegamos a descobrir sobre nós mesmos quando nos atrevemos a fazer algo fora do habitual, quando decidimos ir atrás de algum objetivo que acreditávamos que não seríamos capazes de alcançar.

Cada ser humano possui muitas habilidades e destrezas que estão adormecidas, esperando a ocasião certa para se manifestarem.

Na rotina se impõe a lei do menor esforço, pois precisamos que seja assim. Apenas as situações excepcionais exigem o melhor de nós mesmos, e é aí que descobrimos que podemos fazer muito mais do que acreditávamos que conseguiríamos.

Quando você instala um único ponto de vista sem se dar conta, deixa de perceber muitos ângulos da realidade, talvez mais proveitosos ou interessantes.

Sair da zona de conforto permite aproximar-se de novas formas de olhar e de ver sua vida. Isso se traduz em uma maior flexibilidade em suas apreciações e em seu modo de viver.

Em outras palavras: Você se tornará mais adaptável, e uma maior capacidade de adaptação traduz-se em mais habilidade para solucionar qualquer situação difícil.

Quando você descobre que a única coisa que faltava era tomar a decisão e que, na verdade, você é capaz de fazer muito mais do que acreditava, imediatamente aumenta a confiança que você tem em si mesmo, e assim começará a realizar tudo aquilo de que, a princípio, tinha medo.

A insegurança alimenta-se precisamente da não tentativa. Se você deixa de pensar tanto e age, mais cedo ou mais tarde você se dará conta de que na verdade pode ir muito além do que imaginava e sentirá mais apreço por quem realmente é.

Atrever-se é algo que imprime uma sensação de aventura e desafio a sua vida. As rotinas levam a uma sensibilidade muito plana, em que tudo é previsível e, desta maneira, frequentemente chato.

A mudança bagunça o mundo emocional, trazendo sensações muito agradáveis como a capacidade de se surpreender, a curiosidade e o desejo de descobrir.

Se você se sente feliz consigo, mesmo e pouco a pouco descobre que é capaz de fazer muito mais do que imaginava, seguramente vai aumentar o apreço por sua vida.

Para poder ter boas relações com os outros, primeiro devemos ter uma boa relação com nós mesmos.

Se você não está confortável com que é, com o que faz, dificilmente poderá ser capaz de valorizar as coisas boas das pessoas que o rodeiam.

Sair da zona de conforto, descobrir-se, vencer medos e sentir-se mais feliz por viver é algo que ajudará a melhorar a relação com os demais.

Você notará que os conflitos diminuirão e que você passará a ter uma maior capacidade para ver o lado bom das pessoas.

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