Notas policiais

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  • Homem pego por embriaguez envolve-se em engavetamento

Um ceramista de 40 anos recebeu voz de prisão, por guardas civis municipais, no início da noite de quinta-feira, 25, depois de ter sido flagrado provocando um acidente. Ele é acusado de dirigir embriagado um Renault Clio, prata, ano 2002 e placas de Tatuí, pela avenida Vice-Prefeito Pompeo Reali.

De acordo com boletim de ocorrência, uma equipe da corporação municipal presenciou o momento em que o ceramista perdeu o controle da direção do veículo que conduzia. O homem colidiu o automóvel contra uma Fiat Strada, modelo Working, prata, ano 2002, com placas de Tatuí. O veículo estava parado.

Com o choque, a picape se moveu para a frente, originando um pequeno engavetamento. A Strada bateu em um segundo veículo, também estacionado.

A picape de um comerciante de 60 anos atingiu a moto de um homem de 56. Os dois veículos estavam sem ocupantes no momento do engavetamento.

Em abordagem ao motorista, os guardas verificaram que ele apresentava “sinais claros de embriaguez” e encaminharam-no ao Pronto-Socorro Municipal para exame clínico. De acordo com a equipe, o ceramista tinha “andar cambaleante, olhos avermelhados e fala pastosa”.

Levado ao plantão da Polícia Civil, após a condição de embriaguez ser atestada, o homem teve a prisão ratificada pela delegada Rafaela Valério de Melo. Ela arbitrou fiança no valor de R$ 2.000. Não há informações sobre o pagamento.


  • Micro-ônibus de transporte de pacientes é roubado por dupla

Na manhã de quarta-feira, 24, dois bandidos armados roubaram um micro-ônibus utilizado pela Prefeitura para o transporte de pacientes a hospitais de outras cidades.

Os criminosos renderam o motorista do veículo, um funcionário público de 46 anos, quando ele estava na alameda das Américas, na cidade de Guarulhos.

A dupla anunciou o roubo por volta das 7h30 e, imediatamente, retirou o motorista do micro-ônibus, colocando-o em um automóvel. Em depoimento, a vítima conta que permaneceu refém dos criminosos por, aproximadamente, quatro horas.

De acordo com o motorista, os bandidos disseram a ele que o deixariam livre depois de “realizarem a entrega de produtos”. Também comentaram que abandonariam o veículo da Prefeitura “em algum lugar”.

O micro-ônibus é um Mercedes Benz, ano 2017, branco e com placas de Belo Horizonte. Os criminosos libertaram o motorista em Itaquaquecetuba, por volta das 16h.

Eles deixaram a vítima – que conseguiu pedir ajuda a um superior e para a Polícia Militar somente uma hora depois – apenas com documentos pessoais.

A Prefeitura enviou outro veículo para buscar a vítima e os pacientes que haviam sido deixados nos hospitais. O motorista disse não ter sofrido nenhum tipo de lesão e que, no veículo usado para removê-lo, havia três pessoas.


  • Homem enciumado agride um tatuador com taco de beisebol

Um homem – ainda não identificado – agrediu um tatuador de 37 anos com um taco de beisebol, por ciúmes. O suspeito havia acusado a vítima de ter “ficado com uma mina”. A agressão ocorreu por volta das 13h45 de quinta-feira, 25, dentro do estúdio do profissional, no centro.

De acordo com o tatuador, o homem bateu na porta do estabelecimento comercial, já segurando o taco. A vítima relata, em depoimento, que pensou tratar-se de um cliente.

Ao abrir a porta, o profissional teria sido intimidado pelo agressor, por um suposto envolvimento com uma cliente, atendida dois dias antes, na terça-feira, 23. O homem teria apontado o taco na direção da vítima e cobrado explicações.

O tatuador disse que não sabia do que se tratava e, em seguida, passou a ser agredido pelo homem. A vítima sofreu três golpes, sendo um em uma das pernas, outro em um dos braços e o terceiro em uma das mãos, e começou a gritar por socorro.

Na sequência, o homem fugiu em um automóvel Chevrolet Cruze, branco, cujas placas foram repassadas a uma equipe da GCM.


  • Militares detêm um por furto e outro por receptação na quinta

Policiais militares detiveram, na manhã de quinta-feira, 25, um ajudante-geral de 37 anos, por furto consumado, e um comerciante, de 18, por receptação. Edson Paes de Oliveira e Henrique José Garcia, respectivamente, receberam voz de prisão por volta das 11h30, em decorrência de diligências feitas pela corporação a partir de chamado de crime de furto.

A PM recebeu informação de que, perto das 11h30, uma funcionária do Laboratório Municipal, na região central da cidade, tivera um celular Motorola, dourado, modelo XT1672, levado. O crime teria sido praticado por um homem magro, alto e usando camiseta preta, shorts e carregando uma sacola.

Os militares localizaram o suspeito perto do local, realizando abordagem. Com ele, encontraram R$ 56, dinheiro que teria sido obtido com a venda do aparelho.

Para a PM, Oliveira teria confirmado o crime e dito que vendera o aparelho a uma pessoa que trabalhava em um dos boxes do Mercado Municipal “Nilzo Vanni”. No local indicado, os militares localizaram Garcia e, em conversa com ele, obtiveram a confirmação da compra do aparelho, pelo valor de R$ 70.

O jovem teria dito, ainda, que iria retirar as peças do aparelho para comercializá-las na loja dele. Em seguida, entregou o celular aos policiais, sendo conduzido, juntamente com Oliveira, para o plantão da Polícia Civil.


  • Motorista tem celular levado de casa ao pô-lo para carregar

Na manhã de quinta-feira, 25, um motorista de 40 anos procurou o plantão da Polícia Civil para registrar furto. A vítima diz que teve o celular, Samsung, furtado de dentro da residência, no período da madrugada.

O motorista informa que desconhecidos entraram na residência, localizada na vila Bandeirantes, após as 23h30. Nesse horário, a vítima foi dormir, tendo, antes, colocado o aparelho para recarregar a bateria.

Entretanto, como o ambiente estava quente, o motorista deixou a janela do quarto aberta. De acordo com ele, além do aparelho, quem praticou o crime ainda levou diversas peças de roupas, entre elas, camisetas e calças, e um par de tênis.

A vítima ainda entregou uma mochila para os guardas civis municipais e policiais militares acionados. O motorista disse não saber a quem pertencia o acessório.