Maria José deverá ir a SP para pedir por nova escola de ensino médio

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    Alessandra Bonilha, dra
    Siltec

    A prefeita Maria José Vieira de Camargo deve ir a São Paulo para solicitar liberação de recursos para a construção de uma nova escola de ensino médio no município. O projeto, aprovado pelo governo do Estado, aguarda verbas do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) para sair do papel.

    Conforme antecipou a O Progresso a secretária municipal da Educação, professora Marisa Aparecida Mendes Fiúsa Kodaira, ele deve pautar encontro entre Maria José e autoridades estaduais nos próximos dias.

    “Existe, realmente, o projeto, mas a nossa prefeita vai pessoalmente a São Paulo para entregar documentação e solicitar a viabilização da unidade”, declarou Marisa.

    Embora com recursos federais, as negociações envolvem o governo do Estado porque a obra ficará a cargo da unidade da federação. Assim como a administração, a construção também será de responsabilidade do governo paulista, uma vez que a rede municipal abrange apenas o ensino infantil e fundamental.

    As escolas de ensino médio são administradas e geridas pelo Estado, com recursos da pasta estadual. Em Tatuí, o governo paulista mantém nove unidades.

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    A construção da décima seria feita em área cedida pela Prefeitura, no Jardim Santa Rita de Cássia. Mais que atender à demanda por vagas na região, o prédio poderia contribuir com a desoneração da Prefeitura no transporte escolar.

    Por dia, são transportados, para outras unidades do município, 619 alunos do ensino médio. As escolas administradas pelo Estado precisam suportar jovens que residem em bairros muito distantes, como o Jardim Novo Horizonte e o bairro Queimador.

    “Esse número de estudantes já enche, praticamente, uma escola. E isso levando em conta os três períodos: manhã, tarde e noite”, ressaltou a secretária.

    Também neste mês, a secretaria retomou a formação de professores. O trabalho atende, principalmente, docentes contratados nos dois últimos anos. Eles receberão certificado de 30 horas, por meio do programa “Ler e Escrever”.

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