Célula robótica possibilita upgrade e capacitação para a ‘Indústria 4.0’

Equipamento obtido pela ‘Sales Gomes’ via Ceeteps pode ser visto no EPA

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Braço robótico e módulo começaram aser utilizados já neste mês (foto: Cristiano Mota)
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Pelo menos no ensino, Tatuí já está preparada para a chamada “indústria 4.0”. A cidade ganhou, por meio da Etec (Escola Técnica) “Sales Gomes”, um importante reforço no que diz respeito à modernização do processo de industrialização.

Há um mês, a unidade conta com reforço de uma nova célula robótica, da marca Kuka. O equipamento, cedido pelo Ceeteps (Centro Estadual de Educação Tecnológica “Paula Souza”), é composto por braço robotizado e periféricos.

“Ele permite trazermos o ambiente da indústria para a sala de aula de modo mais fiel possível. Normalmente, as instituições de ensino possuem somente um robô que faz um desenho, com uma caneta acoplada. O Ceeteps está com uma ideia diferente, de, realmente, trazer a Indústria 4.0 para dentro da escola”, argumentou o professor de mecatrônica Wilson Machado Fonseca.

Ele é um dos 50 docentes das escolas técnicas a receber treinamento para utilização das células para fins didáticos. Ao todo, 25 Etecs do Estado de São Paulo receberam os equipamentos. Os robôs industriais são acompanhados por componentes, como sensores, atuadores e dispositivos de segurança.

A cessão é resultado de parceria entre os governos estadual e federal. O centro adquiriu as células em parceria com o programa “Brasil Profissionalizado”, do MEC (Ministério da Educação). Elas possibilitarão o treinamento de alunos em aplicações reais de robótica na indústria, em qualquer segmento.

No caso de Tatuí, Fonseca explicou que o conjunto de equipamentos oferece um diferencial para os estudantes da “Sales Gomes”. O motivo é que a célula robótica atende aos preceitos da chamada indústria 4.0, ou “quarta revolução industrial”.

O termo engloba uso de algumas tecnologias para automação e troca de dados e utiliza conceitos de sistemas ciber-físicos, a “internet das coisas” (composta por equipamentos com tecnologia embarcada) e computação em nuvem.

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Voltado para o curso de mecatrônica, o equipamento pode ser utilizado para o sistema de paletização, manipulação de materiais e soldagem de alta precisão.

“Ele auxilia a pessoa nas tarefas mais complexas, e, na escola, vai dar ao aluno condições de fazer tudo aquilo que faria na indústria”, destacou Fonseca.

Segundo o professor, a vantagem dos alunos que frequentarem a instituição tatuiana é que poderão estar à frente até mesmo dos futuros empregadores. A razão é que, por ser uma das mais modernas disponíveis no mercado, a célula robótica da escola não está presente em todas as indústrias.

A Etec recebeu o equipamento entre o fim de agosto e o início de setembro e, já neste mês, está empregando-o para o ensino de mecatrônica.

O braço robótico, a central de comando e os demais componentes da célula podem ser vistos até esta quarta-feira, 11, na sexta edição do EPA (Escola de Portas Abertas).

O novo equipamento substitui o anterior, que desenvolvia menos atividades. A vinda da célula robótica é considerada um “upgrade” na grade curricular, por conta das possibilidades de aplicação. O robô é usado pelos alunos do quarto módulo.

100%

O EPA conta com o envolvimento de todos os professores da escola técnica e, neste ano, deve receber público de mais de 7.000 pessoas. A projeção foi divulgada pela diretora da unidade, Beatriz Soares Amaro, com base nos anos anteriores.

De acordo com ela, os visitantes vêm de cidades como Boituva, Capela do Alto, Cesário Lange, Iperó, Itapetininga e Porangaba. Também são aguardados alunos das classes descentralizadas e dos municípios de Votorantim e Quadra.

Ao todo, a Etec possui 1.500 estudantes, que apresentam trabalhos durante três dias.

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