Notas Policiais

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  • PM aposentado é encontrado morto com sangue na cabeça

Um policial militar aposentado, de 78 anos, foi encontrado morto na tarde de quarta-feira, 3, por volta das 16h, na casa onde morava, na vila Americana. O boletim de ocorrência foi registrado como morte suspeita.

De acordo com a Polícia Militar, uma equipe foi acionada para atender à ocorrência e, no local, encontrou a vítima, identificada como Katsuo Kumabe. O homem estava caído em uma mesa da residência, com aparente sangramento na cabeça.

A Polícia Civil foi acionada e esteve na casa da vítima, contudo, apesar do sangramento, apontou, no boletim, não ter sido possível identificar se a vítima havia sido alvo de agressões ou sofrera alguma queda.

Os policiais também requisitaram exames periciais para o local e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, para identificar-se a causa da morte.


  • Barbeiro sofre furto em conta com benefício previdenciário

Um barbeiro de 35 anos procurou a Delegacia Central, na tarde de quarta-fe2ra, 3, informando ter sido vítima de um furto de R$ 1.000. O crime teria ocorrido em janeiro, por meio de um saque na conta bancária dele.

Conforme relatado, o homem foi até a agência bancária tirar um extrato da conta vinculada ao benefício previdenciário dele e acabou constatando que a quantia, em dinheiro, fora sacada indevidamente, no dia 8 de janeiro deste ano.

À PC, a vítima alegou não ter efetuado a transação. O homem afirmou não ter perdido ou emprestado a terceiros o cartão com o qual saca o benefício. Ainda disse que, na agência bancária, teria sido orientado a registrar o boletim, para que fosse iniciado um procedimento interno.


  • Jovem denuncia irmão usuário de crack por furto e agressões

Um jovem de 34 anos procurou a Delegacia Central, na tarde de quarta-feira, 3, denunciando ter sido vítima de furto e agressões. O acusado pelo crime é o irmão da vítima, um rapaz de 26 anos, ajudante de pintor, que seria usuário de crack.

Segundo relatado, o jovem acolheu o irmão mais novo depois que o familiar terminou o relacionamento com a esposa e ficado sem lugar para morar, “na esperança de que ele melhorasse”.

À PC, o mais velho contou ter colocado horário para o mais jovem voltar para casa depois do trabalho, “pelo cuidado com o irmão”. Porém, no dia 31 de janeiro, quando o rapaz ultrapassou o horário combinado, um pedido de “socorro”, por meio de aplicativo, deu início às agressões.

Conforme declarado, o pedido teria deixado o irmão furioso, devido à “exposição”, e, quando ele apareceu, teria começado a xingar a vítima, até o momento em que “grudou-a pelo pescoço” e, ameaçando quebrar-lhe a costela, fez com que desmaiasse.

O jovem ainda declarou que, quando voltara ao normal, pediu que o pai retirasse o irmão da casa. O rapaz teria ido embora, contudo, conforme o mais velho, ameaçou voltar para matá-lo.

A vítima disse que, no dia seguinte, o rapaz voltou ao local. O irmão mais velho não estava na casa, contudo, três amigos dele testemunharam ter visto o ajudante de pintor na casa.

O declarante ainda informou ter sido furtado pelo irmão. Segundo o boletim de ocorrência, o furto teria ocorrido quando o irmão voltou a fazer uso de drogas e acabou levando R$ 100 da vítima, para pagar traficantes.


  • Usuário é preso por furtar 1 Kg de chocolate em loja do centro

Um homem de 39 anos acabou detido, na tarde de terça-feira, 2, acusado de furtar uma barra de chocolate com mais de um quilo, em uma loja do centro da cidade, e de vender a peça para comprar drogas.

Segundo o boletim de ocorrência, uma funcionária da loja acionou a Guarda Civil Municipal, informando o furto. Por meio das câmeras de segurança de um estabelecimento vizinho, os agentes identificaram o suspeito e saíram à procura dele.

A guarnição encontrou o homem no Jardim Tomás Guedes e abordou-o. Durante a revista pessoal, ele teria confessado o furto. O acusado ainda teria informado que vendera a barra por R$ 20, para comprar uma pedra de crack no mesmo valor.

O homem foi levado à Delegacia Central e reconhecido pela vítima. Ainda segundo o boletim, a Polícia Civil não elaborou auto de prisão em flagrante devido à “necessidade da aplicação do princípio da insignificância do crime”.