Notas policiais

1705
  • Rapaz ‘desconhecido’ é preso por tentar furtar um botijão

A Polícia Militar prendeu, na tarde de sábado, um homem “desconhecido”, acusado de tentativa de furto qualificado. O sujeito teria tentado subtrair um botijão de gás de uma residência na rua Santo Antônio, na área central.

De acordo com o boletim de ocorrência, por volta das 14h, um aposentado de 64 anos acionou a PM, por ter flagrado um indivíduo em cima do muro da casa de um vizinho (que estava viajando), carregando um botijão de gás.

Conforme a PM, durante deslocamento ao imóvel, os policiais se depararam com um indivíduo com as características indicadas, já na rua Lázaro Jonas Simões de Almeida.

Os agentes abordaram-no, porém, o homem aparentava ser surdo e mudo e não informou os dados por escrito ou por Libras (Língua Brasileira de Sinais).

Já pela rua Santo Antônio, segundo a PM, o botijão estava abandonado na calçada. O aposentado que acionou a PM reconheceu o indivíduo capturado, afirmando ser a pessoa que teria visto em cima do muro.

Conforme o boletim, o suspeito foi levado ao plantão policial e, após diversas tentativas, ele conseguiu escrever o nome dele. Um policial tentou se comunicar com o indiciado por linguagens de sinais, porém, ele não se dispôs a passar mais dados que o identificassem.


  • Professor vítima de golpe em falsa compra pelo Facebook

Um professor de 27 anos, morador do bairro Village Engenheiro Campos, caiu em golpe ao tentar adquirir um notebook pelo Facebook. O estelionatário convenceu a vítima a depositar metade do valor combinado antes de receber o produto. O caso foi informado na DC na tarde de segunda-feira, 5.

Segundo relatado, na manhã de quinta-feira, 1º, o professor entrou em contato com “Carlos”, após se interessar por um anúncio dele na rede social. Carlos informou que era o filho, “Arthur”, quem estava vendendo o notebook e passou o contato telefônico dele.

Posteriormente, a vítima entrou em contato com Arthur e, durante a negociação, teria recebido fotos do produto. O professor sugeriu que a compra fosse efetuada pelo “Mercado Livre”, para que ambos tivessem mais segurança, porém, o vendedor negou, alegando que teria de pagar taxas que não seriam viáveis.

Arthur teria garantido que não era golpe e enviou a foto de um suposto RG que seria de Carlos. Atendendo o pedido do vendedor, o professor teria enviado fotos de documentos pessoais e do endereço para envio do produto.

O estelionatário teria proposto que o professor depositasse metade do valor do notebook e só pagasse o valor restante quando recebesse o produto. Dessa forma, ele se convenceu de que o vendedor seria uma “pessoa de bem” e depositou R$ 1.650.

Entretanto, após o envio de imagens do comprovante de depósito, o suposto vendedor teria parado de responder à vítima. O golpista ainda teria bloqueado os perfis de Arthur e Carlos para que o professor não tivesse como contatá-lo.

O professor disse à PC que encontrara outro perfil de Carlos no Facebook e entrado em contato. Porém, a vítima foi informada de que o perfil teria sido clonado e que outras pessoas já haviam o contatado, devido ao mesmo problema.


  • Idosa de 73 anos perde cartão bancário com a senha colada

Uma aposentada de 73 anos, que reside na vila Esperança, teve prejuízo de mais de R$ 1.000 após perder um cartão bancário no qual havia deixado a senha colada nele. O caso aconteceu no sábado, 3, mas o boletim de ocorrência acabou registrado na tarde de segunda-feira, 5.

Segundo o documento, a idosa foi fazer compras em um mercado acompanhada do filho dela, porém, ao retornarem à residência, perceberam que estavam sem o cartão. Eles refizeram o trajeto até o estabelecimento, no entanto, não conseguiram encontrar o objeto.

Conforme o boletim, eles não conseguiram entrar em contato com a instituição bancária pelo telefone e decidiram esperar até segunda-feira, 5, para irem à agência e informar a perda do cartão e receber o valor da aposentadoria.

De acordo com o BO, a aposentada e o filho foram ao caixa para receber, mas acabaram informados de que havia somente R$ 37 na conta. Em contato com o gerente, eles tiveram acesso ao extrato bancário, o qual demonstrou diversos gastos, totalizando prejuízo de R$ 1.115,60.


  • Menor acaba ‘pego’ ao usar nota falsa para pagar lanches

Um adolescente de 17 anos foi apreendido, na área central, na noite de segunda-feira, 5, acusado de utilizar dinheiro falso para pagar uma lanchonete. A Guarda Civil Municipal acabou acionada pela proprietária do estabelecimento e os agentes recolheram R$ 200 em notas falsas.

Conforme o boletim de ocorrência, o adolescente comprou lanches pelo aplicativo “Ifood”, no valor de R$ 40. O entregador da lanchonete levou os produtos e deu R$ 60 de troco ao adolescente. No entanto, ao retornar ao estabelecimento, a proprietária percebeu que a nota de R$ 100 era falsa.

De acordo com o boletim, a dona da lanchonete tentou contato com o cliente, porém, após as mensagens não serem respondidas, decidiu acionar a GCM. Os guardas se deslocaram ao imóvel, abordaram o adolescente e encontraram mais uma nota falsa de R$ 100.

Segundo o BO, os agentes avisaram o ocorrido à mãe do adolescente e o levaram ao plantão policial. Ele afirmou ter comprado cinco notas falsas pela internet, por R$ 25 cada. O adolescente acabou liberado, porém, teve de devolver o troco de R$ 60 e pagar o valor dos lanches com notas verdadeiras.