Valorize a Vida!

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Há quatro perguntas de valor na vida. O que é sagrado? De que é feito o espírito? O que é importante na vida, e por que vale a pena morrer? A resposta para cada uma é a mesma. Apenas amor.
Johnny Depp

Valorize a Vida!

Acredito que em cada instante de nossas vidas há um sentido, um novo sentido, uma experiência diferente e um valor.

O tempo passa despercebidamente para alguns e às vezes muito devagar para outros, assim, só percebemos que passou depois que virou passado e a partir daí, é tarde para se arrepender de algo que se fez, ou então que poderia ser feito.

Por isso a vida deve ser vivida intensamente, aproveitando todos os dias como se fossem os últimos.

Nascemos, crescemos e morremos, essa é a lei da natureza, todos estamos aqui por algum motivo, ninguém está aqui por acaso, temos algo a cumprir, temos uma missão na Terra e essa missão que nos dará o sentido da vida.

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O dinheiro pode comprar uma cama maravilhosa, mas não pode comprar um sono tranquilo. Pode comprar as mais finas iguarias, mas não pode comprar o apetite.

O dinheiro pode comprar uma casa maravilhosa, mas jamais comprará um verdadeiro lar. O dinheiro pode comprar as mais finas roupas, mas não compra a elegância.

Pode comprar o remédio, mas não a saúde. Onde está realmente o verdadeiro valor da vida?

Nem sempre as pessoas param para refletir sobre o verdadeiro significado das coisas. Iludem-se com a riqueza vinda do acúmulo de bens e, principalmente, do dinheiro.

Trocam a vida pela incessante busca dos valores materiais. Acreditam que, ao se sacrificarem trabalhando de sol a sol, finalmente ao fim da vida farão jus à riqueza e consequentemente à felicidade.

Poucos percebem que tropeçam na riqueza todos os dias, sem se darem conta que são felizes e que a felicidade não depende d­o dinheiro.

Há uma antiga história que fala de Alexandre O Grande que, ao ver sua morte se aproximar, convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos: Quando morrer eu quero que meu caixão seja carregado pelos melhores médicos desse reino. Que toda minha fortuna, ouro, joias, dinheiro, seja espalhada pelo cortejo até o cemitério e, por último, que minhas mãos fiquem estendidas fora do caixão.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou: Quero que as pessoas vejam que, por mais rico que uma pessoa seja e mesmo que ela possa pagar os melhores médicos, ela não conseguirá vencer a morte.

Não há medicina, nem se conhece nenhuma ciência que tenha vencido a morte, mesmo quando há enormes verbas investidas.

Quando peço que espalhem minha fortuna pelo caminho quero que todos saibam que por mais rico e poderoso que alguém possa ser, não poderá comprar a morte.

Tudo que aqui adquirimos aqui vai ficar. Ninguém levará bens materiais junto a si. Até entendo essas mensagens de vida, meu senhor disse o militar, mas porque as mãos para fora do caixão? Então o imperador prosseguiu: É para que todos vejam que nós viemos para este mundo de mãos vazias e é dessa forma que sairemos dele.

Com certeza esta história nos serve de reflexão. Antes de valorizarmos o dinheiro, a riqueza, deveríamos dar real valor ao milagre da vida.

Onde você deposita seus valores? Em qual banco? Em qual cofre? Saint-Exupéry escreveu: “Apesar da vida humana não ter preço, agimos sempre como se certas coisas superassem o valor da vida humana”.

No entanto, basta uma pequena reflexão para entendermos que nada tem mais valor na vida que a própria vida.

Com todos seus contratempos, com todas suas mazelas, a vida ainda é o nosso maior bem. Porque então não investir mais numa vida plena e maravilhosamente rica em saúde, cercada de bons amigos?

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