Entidade quer aproximar-se de doadores e mais donativos

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Juntamente com o registro de doações recebidas pela Central do Voluntariado, a Santa Casa iniciou, nesta semana, ação voltada ao “relacionamento com o doador”. A intenção é, a partir do contato estreito com os colaboradores, melhorar a arrecadação dos donativos que chegam ao hospital.

Ao enviar as solicitações, os balancetes das contribuições e, eventualmente, notas de agradecimento por e-mail, o supervisor de tecnologia da informação, Rafael Bruno Passarinho de Oliveira, disse que a equipe poderá traçar metas. Entre elas, atendimento a uma determinada necessidade.

“Por exemplo, o hospital precisa de mais leite no inverno, porque o estoque acaba ficando baixo, mas terá condições de conseguir por meio desse recurso”, argumentou.

Dependendo dos resultados, Passarinho afirmou que a equipe da central – e da intervenção da Santa Casa – terá mais subsídios para definir estratégias de arrecadação. O grupo pode programar, também, aumento das doações pensando na formação de estoques, possibilitando recursos em épocas nas quais mais necessitar.

Todas as ações dependerão dos resultados, em primeiro lugar, das ações de cunho digital. A análise será feita com base nos e-mails enviados e nas respostas recebidas em decorrência deles, seja pelos agradecimentos ou pelos pedidos.

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“Com isso, a Santa Casa vai poder direcionar as doações. De repente, ela recebe muito leite, mas não está, naquele momento, precisando tanto”, citou a voluntária Yrisviviani Tavares. Ela realizou, no dia 13, os primeiros registros da central.

Yrisviviani é uma das cinco pessoas a compor a equipe do novo setor do hospital. Ela contou que decidiu colaborar com o projeto por considerá-lo interessante e necessário. “Achei fantástica a organização que ele vai permitir. Eu sou diretora social da Igreja Adventista onde atuo há dez anos”, informou.

A voluntária espera utilizar a experiência do trabalho social desenvolvido na igreja em benefício da Santa Casa. Disse, ainda, que acredita no potencial da central, dada a seriedade das pessoas envolvidas na idealização e realização.

“Quando as pessoas veem um projeto sério como este, elas se envolvem e se engajam. Por isso, acho que ele vai mudar a realidade do hospital”, concluiu.

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