Cemem sedia campanha de doação de sangue e medula óssea no dia 26

Ação ocorre das 7h30 às 11h, em prol ao Hemonúcleo Regional de Jaú

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Esta é a última campanha em prol à Fundação “Amaral Carvalho” do ano em Tatuí (foto: AI Prefeitura)
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O Cemem (Centro Municipal de Especialidades Médica) “Dr. Jamil Sallum” recebe neste sábado, 26, mais uma campanha de doação de sangue e cadastro de doadores de medula óssea, coordenada pela empresária e voluntária Rita Corradi Azevedo.

A ação é realizada em prol ao Hemonúcleo Regional de Jaú – Fundação “Amaral Carvalho”. Funcionários do setor estarão coletando bolsas de sangue e realizando cadastro de pessoas para doação de medula óssea das 7h30 às 11h, à rua São Bento, 15, centro.

“Vamos saber na quinta-feira, 24, quantas bolsas de sangue a equipe vai precisar e quantas eles vão conseguir trazer para a coleta. Normalmente, é entre cem e 140 bolsas”, contou a voluntária.

Durante o período da campanha, a mesma entidade fará o cadastro de medula óssea. Os dados são inseridos no Redome (Registro Nacional de Medula Óssea). Rita explicou que quem já está cadastrado não precisa repetir o procedimento.

Entretanto, quem se candidatou a ser doador de medula precisa manter o endereço atualizado. Segundo a organizadora da ação, é essencial que as pessoas possam ser contatadas em tempo, quando há compatibilidade com algum paciente.

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Para a atualização dos dados, o doador de medula não precisa ir até o Cemem. As informações podem ser revisadas por meio da internet, no endereço: http://redome.inca.gov.br/doador-atualize-seu-cadastro/.

Tanto quem quer doar sangue como quem está disposto a se cadastrar precisa ir até o Cemem. As ações têm início às 7h30, quando haverá distribuição de senhas. Os doadores serão atendidos mediante apresentação dos números e posterior registro de dados.

Para doar, é preciso ter entre 18 e 69 anos. Menores, com 16 e 17 anos, também podem contribuir, desde que acompanhadas pelos pais ou responsáveis. No caso de a doação partir de menores, eles devem apresentar documento.

As exigências para o doador são de que pese 50 quilos ou mais, não esteja em jejum, tenha boas condições de saúde e sem ter contraído resfriado.

A pessoa também não pode estar tomando medicamentos, como antibióticos e anti-inflamatórios. Quem ingeriu esses remédios deve esperar 15 dias para doar. Já para quem recebeu imunização contra algum tipo de doença, (sarampo, febre amarela, entre outras) o prazo é de um mês.

Mulheres não podem doar se estiverem grávidas. Ainda são recusados os portadores de doença de Chagas, sífilis, hepatites B e C ou que tenham HIV. O doador não deve ter tido convulsões após os dois anos de idade ou ter frequentado regiões com incidência de malária nos últimos seis meses.

Esta é a última campanha em prol à Fundação “Amaral Carvalho” realizada neste ano em Tatuí. Contudo, Rita lembra que, durante todo o ano, também é possível doar sangue e realizar o cadastro de medula no Banco de Sangue “Fortunato Minghini”, da Santa Casa de Misericórdia de Tatuí.

A unidade, que passou três anos funcionando apenas como agência transfusional, recebeu reforma e voltou a funcionar em junho do ano passado.

Ela explica que a coleta local é destinada ao HCFMB (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu), responsável por garantir a manutenção dos estoques dos bancos de sangue em mais de 30 cidades da região, incluindo hospitais de Tatuí e o HAC (Hospital “Amaral Carvalho”, de Jaú).

“Os bancos de sangue regionais, como os de Tatuí e Jaú, são ‘braços’ do hemonúcleo de Botucatu. Então, quem não puder doar na campanha do dia 26 para ajudar Jaú pode ir até o banco de sangue e fazer o cadastro para doar”, explica Rita.

O cadastro dos novos doadores pode ser realizado de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 16h. Já a doação de sangue é agendada. As coletas ocorrem todas as terças-feiras e quintas-feiras, com número limitado de doadores. O banco de sangue fica na rua Cônego Demétrio, 948, centro, ao lado da maternidade.

Rita ressalta ser importante que as pessoas continuem doando, “pois, diariamente, é necessário suprir os hospitais e a reserva dos bancos de sangue regionais”. “Temos muitos pacientes que precisam das doações de sangue para viver, temos que ter um estoque bom”, concluiu.

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