‘Ary Sinisgalli’ está entre 36 seletas para parlamento especial

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A Escola Estadual “Ary de Almeida Sinisgalli” é uma das 36 escolas escolhidas pela Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) em todo o Estado de São Paulo – incluindo a região de Itapetininga – para participar da edição comemorativa do Parlamento Jovem Paulista. Neste ano, os organizadores projetaram uma “viagem no tempo”, ao ano de 1835, quando a assembleia foi instalada.

A edição especial acontecerá nos dias 5 e 6 de novembro, com participarão apenas de estudantes do ensino médio (1º ao 3º anos). No total, serão eleitos 36 deputados jovens, número equivalente ao de parlamentares daquela época.

Neste ano, excepcionalmente, a assembleia não abriu inscrições a todas as escolas. A organização convidou as que mais participaram das edições anteriores para integrar a comemoração. A “Ary Sinisgalli” inscreve estudantes há oito anos, conforme informou a professora Jocélia Francisca Reis Gonçalves.

Dentro desse critério, a assembleia privilegiou as unidades que tiveram seus alunos diplomados como deputados jovens em, pelo menos, cinco edições. As escolas já receberam, por e-mail, o caderno de orientações ao educador.

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A Alesp também enviou informações para adequação dos projetos ao “momento da história paulista”. Segundo explicou a professora de história, os estudantes concorrentes terão de elaborar projetos de lei que auxiliaram a população em 1835.

A intenção é levar os jovens a pensar modelos de leis que poderiam ter sido apontados naquela época, mas que, também, fariam diferença nos dias atuais.

O Parlamento Jovem Paulista foi instituído pela Assembleia Legislativa em 1999, com o objetivo de possibilitar aos jovens estudantes uma “visão da democracia”. A intenção é oferecer, pela vivência de um dia de sessão parlamentar, esclarecimentos sobre as funções e o cotidiano do Legislativo.

De acordo com o diretor do Departamento de Documentação e Informação, Rodrigo Tritapepe, outro objetivo da próxima edição é contar um pouco da história de São Paulo.

A ideia é, também, “tentar proporcionar uma viagem no tempo até 1835, forçando os jovens estudantes a pensarem nos problemas vividos pela população no século 19”. Com isso, “ensiná-los que, nos dias atuais, uma lei surge a partir de problemas vivenciados por uma sociedade”.

As inovações acrescentadas neste ano tiveram aprovação conjunta do ex-deputado César Callegari (projeto de resolução que instituiu o programa) e da deputada Célia Leão (PSDB).

A parlamentar destacou que “congratula os educadores que, há anos, vêm se envolvendo com trabalho de iniciação na vida política”.


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