Espetáculo “Alma Pueril” tem exibição neste fim de semana

Atração é baseado na obra “Alma Cabocla”, de Paulo Setúbal

Espetáculo é baseado em obra de Paulo Setúbal (foto: AI Prefeitura)
Da redação

Em comemoração ao Dia Municipal da Literatura Tatuiana, celebrado em 4 de maio, e ao Dia da Literatura Brasileira (1º de maio), a Dupla Companhia realiza neste domingo, 1º, às 19h, no canal do Museu Histórico “Paulo Setúbal”, no YouTube (https://bit.ly/3rebu51), a apresentação do espetáculo “Alma Pueril”.

Inspirado na obra “Alma Cabocla”, de Paulo Setúbal, e nos textos do francês Louis Lavelle, o espetáculo “Alma Pueril’ é “costurado” pela história de quatro gerações de uma família tatuiana.

Segundo a assessoria de comunicação da prefeitura, “a apresentação, que se passa entre a ficção e a realidade, acontece de maneira documental, em que dados reais se misturam com poesias e reflexões sobre o amor e a morte”.

“A ideia de explorar a memória e a identidade como materiais de criação tem sido uma tônica do trabalho deste grupo. A abordagem tridimensional da história é a possibilidade de criar relações artísticas com as estruturas locais”, aponta Lucas Gonzaga, diretor e produtor do espetáculo.

“Uma linha do tempo entrecorta a encenação que tem o desejo não só de narrar uma história, mas de estabelecer elos entre o público e sua própria história. ‘Alma Pueril’ fala sobre nossos mortos e nos convida a conversar com eles no espaço-tempo de uma representação teatral”, acrescenta.

Além da direção e produção de Gonzaga, o espetáculo, que recebeu recursos por meio do edital de cultura 02/2021, da Lei Aldir Blanc (LAB), e conta com o apoio cultural da prefeitura de Tatuí, ainda conta com Amanda Cardoso e Washington Domingues no elenco.

A Dupla Companhia, realizadora do espetáculo, é um grupo teatral que produz arte e cultura de maneira independente no interior paulista, tendo a memória e a identidade como ponto de partida.

No repertório, além de “Esperando Godot” e “Alma Pueril”, o grupo estreará uma nova encenação no mês de julho: “As Três Marias”, texto inédito de Luís Alberto de Abreu, escrito especialmente para a companhia.

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