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    Empregos em Tatuí encerram março com saldo positivo em 183 celetistas

    Fora os ganhos, setores do agro e comércio finalizaram período negativo

    Empregos fecham trimestre com saldo positivo (Foto: Arquivo O Progresso)
    Da reportagem

    O mês de março de 2024 teve o número de empregos em Tatuí indicando saldo positivo de 183 novos postos. O dado é apontado pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), em balanço divulgado na terça-feira, 30 de abril.

    Conforme a pesquisa do órgão do Ministério do Trabalho e Emprego, o saldo foi resultado de 1.366 contratações contra 1.181 desligamentos.

    No terceiro mês do ano, o órgão nacional apontava estoque de 30.024 pessoas com carteira assinada – o que representa ganho de 0,61% no número de trabalhadores celetistas em relação ao mês dois, quando a cidade somava 29.841 contratados. O registro também é maior em 4,62% se comparado a março de 2023, quando o estoque era de 28.699 trabalhadores.

    Entre os ganhos do terceiro mês do ano, a indústria foi a que mais contratou. A segunda maior empregadora de Tatuí gerou 124 novos postos de trabalho e terminou o período com estoque de 10.022 funcionários, o que demonstra ganho de 1,25% em relação a fevereiro.

    Em comparação ao mês três do ano passado, março deste ano teve ganho de 2,38%. No segundo mês de 2023, o setor apontava 9.789 celetistas.

    Com estoque de 10.045 postos de trabalho, o maior empregador do município, o setor de serviços, registrou, em março deste ano, ganho de 0,55% na geração de empregos, se comparado ao mês anterior.

    Em fevereiro, havia tido saldo de 304 postos de trabalho e terminou o período com 10.348 contratados. O ganho do setor no mês de março deste ano também é maior, em 4,96%, se comparado ao terceiro mês de 2023, quando tinha estoque de 9.913 funcionários.

    O segmento abrange as áreas de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana, serviços sociais, alojamento, alimentação, informação, comunicação, atividades financeira e imobiliária, administrativas, serviços domésticos, transporte, armazenagem e correio.

    O terceiro maior ganho ocorreu na construção civil: o setor somou 4,57% em seu número de admitidos entre os meses de fevereiro e março. No terceiro mês do ano, foram 90 novos empregos gerados, contra 46 demissões.

    O estoque do setor no mês de março de 2024 atingiu 1.006 funcionários empregados, ante 962 em fevereiro. Em relação a março do ano passado, o crescimento foi de 36,87%. No terceiro mês de 2023, o estoque do setor era de 735 funcionários.

    Entre os ganhos, a quarta maior empregadora do município, a agropecuária, terminou o mês de março com saldo negativo de 23 celetistas. Com estoque de 1.420 postos de trabalho, registrou recuo de 1,59% na geração de empregos, se comparado ao mês anterior.

    Em fevereiro, o setor teve saldo negativo de 19 postos de trabalho e terminou o período com estoque de 1.443 celetistas. Ainda, se comparado a março de 2023, houve recuo no número de carteiras assinadas, em 0,98%. No terceiro mês do ano anterior, o estoque do setor era de 1.434 funcionários.

    O comércio também finalizou o primeiro trimestre de 2024 com saldo negativo, de 19 postos. No terceiro mês do ano, foram 378 novos empregos gerados, contra 397 demissões. O estoque do setor no mês de março de 2024 atingiu 7.171 funcionários empregados, ante 7.190 em fevereiro.

    No entanto, se comparado a março de 2023, houve crescimento no número de carteiras assinadas em 5,02%. Em março de 2023, o estoque do setor era de 6.828 funcionários.

    Mercado brasileiro

    A economia brasileira criou 244.315 postos de trabalho com carteira assinada em março de 2024. O número é 20% menor na relação com a geração de vagas em fevereiro, quando foram criados 306.708 empregos. No mesmo mês de 2023, foram criadas 194.372 vagas.

    O número mensal é o segundo maior da série histórica desde 2002, ficando atrás somente de março de 2010, quando foram registrados 322.510 empregos. Já no acumulado do ano, o saldo é de 719.033 postos de trabalho. O resultado de março considera 2.262.420 admissões e 2.018.105 desligamentos.

    Dos cinco grandes setores da economia analisados pelo Caged, somente a agropecuária teve saldo negativo em março, com 6.457 menos postos formais de trabalho, sendo o maior impacto vindo das áreas de cultivo de maçã, soja e laranja.

    Já o setor com maior impacto positivo para os dados de março foi o de serviços, com saldo de 148.722 postos, com destaque para a área de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, os quais tiveram saldo positivo de 56.790 empregos.

    Diferentemente de fevereiro, quando o segundo lugar ficou com a indústria, em março, a segunda maior geração de empregos ocorreu no comércio, com 37.943 postos de trabalho gerados no mês, principalmente na área de mercadorias em geral, em que foram gerados 6.958 postos. Já a indústria registrou 35.886 postos, enquanto o saldo da construção civil foi de 28.666.