Duílio Sancinetti é homenageado com nome em ponte da Água Branca em Tatuí

Edificação está localizada na rodovia Senador Laurindo Dias Minhoto

Ponte da Água Branca recebe nome de engenheiro (Foto: Arquivo Lions Clube)
Da redação

Na quarta-feira, 19, foi publicado, no Diário Oficial do Poder Legislativo do estado de São Paulo a lei 315/2023, que denomina de “Engenheiro Duílio Sancinetti” a ponte localizada no quilômetro 19,45 da rodovia Senador Laurindo Dias Minhoto (SP-141), sobre o ribeirão da Água Branca em Tatuí.

De acordo com o deputado estadual Rogério Nogueira (PSDB), autor do projeto, a atribuição teve como objetivo “prestar uma meritória homenagem ao engenheiro e servidor público que prestou serviços de construção de estradas e outros pertinentes à engenharia, no Departamento de Estradas de Rodagem (DER)”.

Homenageado

Duílio Sancinetti nasceu na cidade de Jaú, no dia 14 de junho de 1938, e faleceu em Tatuí aos 81 anos, no dia 22 de setembro de 2019. Na cidade, ele morou durante quarenta e sete anos de sua vida.

Era filho de Cesar Sancinetti e Fernanda Lunardi Sancinetti. Em 1964, casou-se com Apparecida Dirce Roselli Sancinetti, com quem teve três filhos: Cesar, Gisela e Fernanda.

Estudou os primeiros anos no Grupo Escolar “Dr. Domingos de Magalhães” e o ginasial na Escola Industrial “Joaquim Ferreira do Amaral”, em Jaú, e na Escola Industrial “Fernando Ferbiliano da Costa”, em Piracicaba.

Posteriormente, cursou o técnico científico em pontes e estradas em Lins. Foi nessa época que se iniciou a história entre Sancinetti e as obras rodoviárias.

O engenheiro e servidor público prestou serviços de construção de estradas e outros pertinentes à engenharia, no DER, além de prestar serviços, direta ou indiretamente, “de forma excepcional, cujo resultante de seus atos significou merecedor de registro na história de Tatuí”, conforme a justificativa do deputado.

Iniciou a carreira pública no DER no ano de 1961 como topógrafo e, a partir daí, começou a trajetória dentro do rodoviarismo e escalando cada área técnica no órgão, tanto no campo, “abrindo novos caminhos”, como no desenvolvimento de rodovias.

Com o início da construção da rodovia Presidente Castello Branco (SP-280), Sancinetti foi morar na cidade de São Roque. E, já como auxiliar de engenheiro, contribuiu na construção da maior e mais importante obra rodoviária na década de 60, pois iria se tornar a mais moderna rodovia ligando o sudoeste paulista à capital.

Com a conclusão do primeiro trecho da Castello Branco, no ano de 1972, veio para Tatuí, onde continuou a desenvolver trabalhos na continuação das obras da rodovia – dessa vez, com o objetivo de instalar a residência de fiscalização da conservação dela.

Iniciou a graduação e, no ano de 1977, concluiu o curso de engenharia civil pela Faculdade de Engenharia Industrial e Civil de Itatiba. Em março de 1978, passou a ocupar o cargo de engenheiro chefe da residência do DER em Tatuí.

Em 1979, passou a exercer a função de diretor técnico no serviço de conservação e melhoramentos na Divisão Oeste de Auto Estradas. Em 1984, foi nomeado assistente técnico de direção na segunda Divisão Regional de Itapetininga.

No ano seguinte, foi nomeado diretor técnico na Divisão Regional de Assis. Em 1989, designado diretor técnico de divisão, junto à diretoria da Divisão Regional da Grande São Paulo (DR.10). Em 1994, foi nomeado diretor de departamento da diretoria de operações do DER.

Em 1995, foi designado como assistente técnico de direção junto ao gabinete da superintendência do DER. Em 1996, após ter completado o ciclo dentro do DER, aposentou-se e passou a desenvolver trabalhos sociais por meio do Lions Clube de Tatuí.

No clube, entre outras ações, foi presidente no ano do cinquentenário – governadoria do Lions Clube de São Paulo “leonístico” entre 2005 e 2006. Ainda foi membro do banco de óculos “Ernesto Fischman”, da Fundação Lions do Distrito LC-2, e da construção do Banco de Sangue da Santa Casa de Tatuí.

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