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    Casos de H1N1 locais seguem sem resultados de laboratório





    Os quatro casos suspeitos de gripe H1N1 na cidade ainda não tiveram a confirmação por parte do Instituto “Adolfo Lutz”, de São Paulo, segundo a Vigilância Epidemiológica.

    As amostras de secreção de nasofaringe foram coletadas no dia 29 de março. A expectativa, na época, era de que o resultado do exame ficasse pronto em dez dias.

    Todos os pacientes com suspeita da gripe tiveram altas hospitalares. Segundo a Vigilância, uma mulher adulta e três crianças foram acometidas pela doença.

    “Não recebemos nenhum dos resultados. Nós ligamos para o instituto e nos disseram que ainda vai demorar alguns dias, mas não disseram a previsão de quando”, afirmou a coordenadora da Vigilância, Marilu Aparecida Rodrigues da Costa.

    Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde informou que o Instituto “Adolfo Lutz” “segue empenhado em atender integralmente à demanda dos municípios paulistas”.

    De acordo com a secretaria, a realização dos exames está prejudicada pelo atraso na entrega de kits de sorologia, que são distribuídos pelo Ministério da Saúde, responsável pela compra.

    O material que serviria para atender toda à demanda do Estado foi solicitado ao governo federal. Segundo a nota, o instituto realizou 2.600 testes com materiais próprios. Entretanto, o estoque do instituto está esgotado.

    A assessoria de imprensa informou, por telefone, que o grande número de casos de H1N1 na Grande São Paulo e na região de São José do Rio Preto congestionaram o laboratório.

    Para diminuir o avanço da doença, a secretaria estadual antecipou a imunização contra a gripe para o final de março na região de São José do Rio Preto e para o dia 4 de abril, na Grande São Paulo. Em Tatuí, a campanha de vacinação começará no dia 30 de abril, seguindo o calendário nacional.

    A imunização é destinada a crianças entre seis meses e cinco anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (mulheres até 45 dias após o parto), população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e portadores de doenças crônicas não transmissíveis.