
Da Redação
Uma briga envolvendo moradores e um grupo de pessoas terminou em boletim de ocorrência por injúria e lesão corporal em Tatuí, registrado na manhã de segunda-feira, 24, após duas vítimas relatarem ter sido agredidas e ofendidas durante confusão em um condomínio.
O caso de fato ocorreu na noite anterior, quando os filhos das vítimas, um vendedor de 29 anos e uma vendedora de 31 anos, estavam brincando em um parquinho localizado nos fundos do condomínio.
Segundo o BO, um homem desconhecido foi até o local, aparentemente à procura da filha, e, posteriormente, as crianças relataram aos pais que ele teria corrido atrás delas, “causando medo e susto”.
Diante da situação, as vítimas foram até a portaria para verificar o ocorrido. O porteiro chamou o homem para conversar e, conforme o BO, ele apresentava comportamento alterado e segurava uma lata de cerveja.
Ainda segundo o registro, posteriormente, o homem retornou ao condomínio acompanhado de aproximadamente quatro mulheres e dois homens. Quando a vendedora voltou de um mercadinho, uma das mulheres, identificada no boletim como ex-esposa do homem que havia estado no parquinho, passou a “questioná-la de maneira agressiva”.
Durante a discussão, uma segunda, descrita como uma senhora de idade, teria empurrado a vítima. Na sequência, uma das mulheres teria tentado atingir a vendedora no rosto, dando início a uma confusão generalizada. O homem pivô do problema teria se aproximado e desferido um soco no peito da vítima.
O marido da mulher interveio e, então, os demais passaram a agredir fisicamente as duas vítimas. A mulher teve os cabelos puxados e foi derrubada no chão, enquanto o homem sofreu agressões na região do rosto e da cabeça.
Durante a confusão, as acusadas também teriam proferido diversos insultos contra a vítima, utilizando “termos ofensivos relacionados ao peso e à aparência dela, além de outras palavras de baixo calão.
Ainda conforme o BO, um dos homens que acompanhava o grupo afirmou que o envolvido na confusão teria pegado uma faca e a escondido sob um cobertor. As vítimas, porém, esclareceram que não chegaram a visualizar nenhuma arma e que apenas receberam essa informação de terceiros.
Também relatam que solicitaram ao condomínio acesso às imagens das câmeras de segurança, mas foram informadas de que os registros não seriam disponibilizados naquele momento, pois a administração iria analisar os fatos antes de tomar providências.
A Polícia Militar foi acionada e compareceu ao local aproximadamente uma hora após o início da ocorrência. Na sequência, a Guarda Civil Municipal também foi chamada e levou as vítimas até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde receberam atendimento médico.







