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    Início Policiais Ameaça em Tatuí ocorre por funcionária contra gerente e “causa caos”

    Ameaça em Tatuí ocorre por funcionária contra gerente e “causa caos”

    Da Redação

    Na segunda-feira desta semana, 6, um caso envolvendo resistência, dano e ameaça em Tatuí foi registrado após ocorrência em um estabelecimento comercial que vende produtos esportivos na região central.

    De acordo com o boletim de ocorrência, o fato teve início por volta das 11h35, quando policiais civis foram acionados para atender a uma situação de desordem na loja.

    Ao chegarem no local, os agentes constataram que uma mulher de 25 anos, funcionária do estabelecimento, estava exaltada, arremessando objetos das prateleiras ao chão, causando danos a copos e canecas, além de proferir ofensas e ameaças contra a gerente, uma mulher de 33 anos.

    Segundo o registro, foi dada ordem para que a acusada cessasse a conduta, porém, ela não obedeceu, passando a investir contra a equipe policial.

    Diante da resistência, “foi necessária a contenção física e o uso de algemas, visando garantir a segurança dos presentes”.

    Ainda conforme o BO, já na unidade policial, a mulher voltou a se alterar e tentou agredir um dos policiais, chegando a morder a mão do agente e tentar alcançar a arma de fogo dele, sendo novamente contida. Durante a ação, objetos no local também foram derrubados, resultando em novos danos.

    A representante do estabelecimento, uma empresária de 30 anos, relata que, antes da chegada da equipe, a funcionária já havia enviado mensagens com ameaças à gerente e, quando compareceu ao local, iniciou discussões, rasgou o próprio uniforme e “partiu para agressão física”, sendo necessária a intervenção de terceiros.

    Os prejuízos materiais incluíram conjuntos de canecas e um uniforme de trabalho danificados, avaliados em aproximadamente R$ 60.

    Em depoimento, a indiciada afirma que se exaltou devido à insatisfação com valores recebidos, admitindo ter quebrado objetos e empurrado a gerente, alegando ter agido “sob forte abalo emocional”. Ela negou ter agredido os policiais, apesar de reconhecer que estava nervosa e descontrolada.

    A autoridade policial destacou que, diante dos elementos apresentados, foram caracterizados, em situação de flagrante, os crimes de ameaça, injúria, dano qualificado, resistência e vias de fato.

    A prisão foi ratificada, com representação pela conversão em preventiva, além de solicitação de medida cautelar para afastamento da acusada do local e da vítima.