Respeito as Diferenças!

RAUL VALLERINE

Respeite e aceite as diferenças! Deus criou todo ser humano diferente na aparência, nos pensamentos e nos talentos, porque ele não queria ninguém igual a você.

Andrea Taiyoo

O que seria do azul, se todos gostassem do amarelo, dizia um antigo comercial de tintas. Essa frase vale para tudo na vida; para lembrar que nem todos são iguais, ou fazem as mesmas escolhas.

E isso deve ser respeitado. Faz parte da arte de saber viver. Aliás, aprender a viver, é um dos maiores desafios da Humanidade.

Seja na família, na escola, no trabalho, ou no ambiente social, temos que aprender a conviver e a respeitar as diferenças e os diferentes. A vida é assim, cada um é diferente do outro e tem sua maneira de entender, enfrentar e realizar a vida.

Além de ser fonte de constante aprendizado e evolução, é a partir das diferenças que histórias são construídas. Cada qual com sua beleza pois, justamente, possuem peculiaridades que as tornam únicas. Afinal, somos todos diferentes.

Etnias, tamanhos, interesses, cores, formas, atitudes, origens, crenças. Nos distinguimos do outro por inúmeras razões e constatações, e enxergar essa amplitude é lindo, porém desafiador. Ainda mais na infância.

Por isso, é fundamental adaptar, desde cedo, os olhinhos infantis a visualizarem o tanto de diversidade que o mundo pode oferecer. Como educar os mais novos para que entendam e aceitem o diferente? Uma boa maneira de introduzir o ser humano à diversidade é a própria escola.

Apesar da faixa de idade em uma mesma turma e série ser praticamente a mesma, o convívio escolar é uma das primeiras grandes experiências dos pequenos com a diferença.

Nesse ambiente, as crianças começam a aprender por meio das brincadeiras um pouco mais sobre o convívio com o outro e como é necessário alinhar as diferenças de maneira complementar a fim de atingir o objetivo final ou determinado objetivo em comum.

Como criança aprende brincando, uma ferramenta aliada no momento de ensiná-los a lidarem com as diferenças são os próprios jogos

Utilizando de metodologia com o uso das aves migratórias, a serem aplicadas em sala de aula, os trabalhos em equipe surtem efeitos mais proveitosos.

E cada aluno consegue trazer sua própria interpretação para resolver o desafio proposto. As diferentes visões de unem, formando um pensamento complexo.

Além disso, outra parte fundamental no processo de entender e respeitar as diferenças é saber identificar as suas próprias singularidades e características distintas.

Nem nós, adultos, conseguimos mergulhar em nós mesmos por completo, por isso, uma boa maneira de tornar esse processo mais palpável e natural é incentivar as crianças desde cedo a irem em busca do seu autoconhecimento.

Conseguir identificar suas peculiaridades é a porta de entrada para ver no outro aquilo que falta ou existe de sobra em você, de modo a despertar o contínuo e necessário questionamento: “O que posso aprender hoje?”

Para concluir, a mensagem que fica é: dar espaço para diversidade é desafiar a sua existência, saindo da zona de conforto e dando lugar ao novo.

Até porque, não podemos esquecer que é da divergência que nasce o questionamento, e do questionar que nasce o aprendizado. Coexistir oferece mais possibilidades de exercitar as nossas competências mentais.

Somos seres humanos complexos, cada um com sua singularidade, e através da riqueza da diversidade somos incentivados a desbravar novos horizontes aprendendo com eles, neutralizando o olhar para o diferente, exercitando cada vez mais empatia e menos julgamento no dia a dia.

Em tempos de intolerância, é da diversidade que nasce a esperança de uma sociedade mais sensível, que saiba enxergar que o incentivo a busca pelo novo faz parte do desenvolvimento de cidadãos ainda mais experientes, tolerantes e, acima de tudo, humanos. Afinal, o respeito é o que nos une!

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