Notas policiais

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  • Nome de pedreiro usado em quase R$ 4.000 em compras

Um pedreiro de 47 anos, residente no Jardim Santa Rita de Cássia, foi vítima de estelionato ao ter o nome e o número do CPF (Cadastro de Pessoa Física) usados para compras em outra cidade. A vítima soube do crime no mês passado, mas só procurou o plantão policial para registrar boletim de ocorrência na sexta-feira, 17.

De acordo com o documento, em 25 de novembro, o pedreiro recebeu uma ligação da empresa “Sorano Indústria Eletrometalúrgica Eirelli”, cobrando dívidas de compras efetuadas no nome e no PDF dele.

Posteriormente, em 6 de dezembro, segundo o boletim, a empresa contatou novamente o pedreiro, dessa vez via WhatsApp, oferecendo a possibilidade de acordo para o pagamento da dívida.

Conforme o boletim, a dívida é referente a cinco compras efetuadas entre os meses de agosto e novembro, nos valores de R$ 1.137,25, R$ 1.137,60, R$ 568,80 e de R$ 568,62 (duas vezes), totalizando R$ 3.980,89.

O pedreiro disse à PC que, desde o início, disse aos atendentes da empresa que não havia efetuado as compras, além de não reconhecer o endereço no qual os produtos foram entregues, em Guaianazes (SP).


  • Dois homens em uma moto roubam vítima na ‘Pompeo’

Um aposentado de 60 anos acabou roubado, na manhã de sexta-feira, 17, na avenida Vice-Prefeito Pompeo Reali. A vítima foi abordada por dois criminosos (um deles armado) em uma motocicleta. O crime foi informado na Delegacia Central pouco depois.

Por volta das 10h20, conforme relatado, o aposentado estava conduzindo o veículo dele e, quando passava por uma das rotatórias da avenida, foi surpreendido pelos dois homens em uma moto. Ele obedeceu ao sinal de parada após um dos ladrões mostrar-lhe que portava uma arma de fogo.

Segundo relatado, assim que parou o carro, um dos criminosos caminhou em direção à vítima e exigiu que informasse a chave Pix. Contudo, o aposentado não utiliza essa modalidade de transferência bancária. Na sequência, o bandido começou a procurar itens dentro do carro e a dupla fugiu levando R$ 4.500.


  • Trio acusado de furtar cabos elétricos acaba preso pela PM

A Polícia Militar prendeu um trio suspeito de furtar uma residência, localizada no Jardim Juliana, na madrugada de terça-feira, 21. Durante a ação, a corporação recuperou fios elétricos e recolheu um alicate utilizado no crime.

Segundo a PM, por volta da 1h40, uma guarnição foi solicitada para atender à ocorrência, na rua Georgina Pieroni Lincoln, na qual o dono do imóvel, um analista de sistemas, morador de Osasco, teria se deparado com os três sujeitos dentro do quintal.

De acordo com a PM, os agentes encontraram os acusados, sendo um pedreiro de 33 anos e dois ajudantes, de 19 e 35 anos, a cerca de cem metros da casa, mas nada de ilícito foi encontrado.

Pouco antes da abordagem, conforme a corporação, um deles teria jogado um objeto no chão. Na sequência, os policiais constataram que eles haviam descartado um cabo elétrico de aproximadamente, 20 metros (que ligava uma betoneira) e um alicate.

De acordo com a PM, a vítima reconheceu o item subtraído e as roupas utilizadas pelos suspeitos. Eles foram conduzidos ao Pronto-Socorro Municipal “Erasmo Peixoto” e, depois, à Central de Flagrantes, onde permaneceram detidos.


  • Homem é acusado de furtar atestado de médica na UPA

Um auxiliar de produção de 29 anos foi apresentado na Delegacia Central, na manhã de segunda-feira, 20, acusado de furtar um papel timbrado da Secretaria Municipal de Saúde, utilizado como atestado médico. O caso aconteceu na sexta-feira, 17, na UPA (unidade de pronto atendimento) “Augusto Moisés de Menezes Lanza”.

Conforme a Guarda Civil Municipal, nessa manhã, um enfermeiro informou que um paciente que três dias antes teria furtado um atestado médico, havia retornado ao local, pois ainda não estaria se sentido bem”.

Segundo o boletim de ocorrência, o enfermeiro contou que o sujeito teria aproveitado o momento no qual a médica saiu da sala para destacar uma folha de atestado do bloco e utilizado o carimbo da profissional.

Uma funcionária teria visto ele guardar o papel e, ao ser questionado, o indivíduo disse não ter ocorrido nada, indo embora na sequência.

De acordo com a GCM, o auxiliar de produção afirmou que havia fraturado e colocado placa e pinos no tornozelo direito, há cerca de dez meses, e confessou que, por estar com muitas dores e pensar que não conseguiria o atestado, pegou o documento e preencheu-o para deixar guardado na casa.

Ainda segundo a GCM, o auxiliar disse ter ficado com medo de utilizar o documento. Posteriormente, os agentes foram até a casa do sujeito e apreenderam o atestado, já preenchido com assinatura falsa.