Sensibilidade para questões do envelhecimento

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Cristiano Caveião *
Fabiana da Silva Prestes *

Em 1991, por iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), foi criado em 1º de outubro, o Dia Internacional do Idoso. Essa data tem como objetivo reconhecer o desenvolvimento inclusivo, equitativo e igualitário, sensibilizar a sociedade mundial para as questões do envelhecimento, destacando a necessidade de proteção e de cuidados para com essa população.

Essa data é uma oportunidade de reflexão e discussão sobre os direitos da pessoa idosa, sobre o caminho que estamos seguindo rumo a uma população de idosos, se estamos ou não preparados para este evento que é inevitável, quais são as mudanças que precisam ocorrer para garantir o progresso da população e a qualidade de vida acima dos 60 anos.

Nos chama a atenção para a implementação de políticas públicas de saúde nos âmbitos nacionais, estaduais e municipais, objetivando garantir o bem-estar e a dignidade a essa população.

Bem como profissionais preparados na área da gerontologia, com a compressão da pessoa idosa como um todo, não só no que se refere às necessidades de cuidados com a saúde, mas com a combinação de cuidados que visem suas necessidades biológicas, sociais, psicológicas, espirituais e demais aspectos que englobam o envelhecimento normal ou senescência e o envelhecimento patológico ou senilidade.

Com o crescimento da população idosa, prolificam-se os desafios, como discriminação; acesso à educação; longevidade; boa saúde física e mental; participação na sociedade; combate à negligência, desrespeito, abuso, maus-tratos e violência contra o idoso.

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Também é uma oportunidade para que as pessoas lembrem que a idade chega para todos, e que o impacto de uma população envelhecida também afeta a todos.

A data então conscientiza a todas as populações sobre a real importância das mudanças de atitudes com a pessoa idosa, sobre a forma de enxergar o envelhecimento humano e de buscar estratégias que concretizem essas necessidades e atendam a essas demandas.

Fazer com que as pessoas possam envelhecer com segurança e dignidade, colaborando com a vida econômica, política e social do seu país até seus últimos anos de vida.

Os idosos não podem ser vislumbrados como uma população à parte, todos nós nos desenvolvemos e envelhecemos diariamente e isso requer aprender a conviver com os outros e com nós mesmos em todos os ciclos de vida.

* Professores do curso de tecnologia em Gerontologia – Cuidado ao Idoso do Centro Universitário Internacional Uninter.

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