Recital de fagote é atração do Salão Villa-Lobos na segunda

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Fabio Villa Nova
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Alunos do curso de fagote do Conservatório de Tatuí, orientados pelos professores Marcos Franco e Solange Coelho, apresentam-se nesta segunda-feira, 30, a partir das 19h, em recital gratuito. A apresentação será no Salão Villa-Lobos, à rua São Bento, 415, sob coordenação de Otávio Blóes.

No programa, há obras de Handel, G. Jacob, E. Mahle, C. Saint-Säens e E. Elgar. Participam do recital, os alunos: Wesley Alexandre, Alex Sanches, Marcos Weslley da Silva Moura, Edwin A. Aparício Castillo, Neyll B. Sousa Queiroz e Victor Hugo Jacyntho. Eles serão acompanhados ao piano por Everton Cardoso, Fanny de Souza Lima, Regina Orsi e Rogel Junior.

O curso de fagote é um dos 51 oferecidos pelo Conservatório de Tatuí. Ele integra a área de sopros – madeiras, que engloba os instrumentos de flauta transversal, oboé, clarinete, saxofone e fagote e conta com corpo docente qualificado.

Conhecida por formar músicos de excelência a área de sopros – madeiras, presente na instituição desde a inauguração, objetiva capacitar seus alunos, principalmente, nos quesitos técnica, musicalidade e conhecimento musical interpretativo. Esses são subsídios apontados pela escola de música como necessários à formação de músicos qualificados tanto para atender às propostas do meio musical profissional como acadêmico.

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Os cursos têm duração de 14 semestres, havendo outros quatro de aperfeiçoamento (optativos). A exceção é o curso de saxofone, cujo aperfeiçoamento tem duração de dois semestres.

Considerada essencial para o aprendizado de um instrumento, a técnica funciona como a base estrutural dos cursos. “Tanto os alunos iniciantes, como os que já possuem um determinado conhecimento, têm a oportunidade de desenvolver no decorrer de seu curso um consistente trabalho técnico”, explica por meio de nota a assessoria de comunicação do Conservatório.

Segundo o setor, o conhecimento técnico de um instrumento de sopro resume-se ao desenvolvimento da embocadura, que está diretamente ligada à sonoridade e afinação; da digitação, competente à estrutura de movimentação e combinação dos dedos (confecção das notas musicais); postura corporal; e da articulação, responsável pela reprodução de grande parte das notações musicais.

“A musicalidade é um termo bastante complexo, pois é parte individual de cada aluno. Porém, um dos objetivos da área é trabalhar esta individualidade, norteando e explorando ao máximo a desenvoltura musical, por meio das várias possibilidades de expressões musicais”, completa o texto.

Ainda conforme o Conservatório, o quadro de estruturas necessárias à formação de um músico competente é completado com conhecimento musical interpretativo, subsídio necessário para o desenvolvimento das práticas interpretativas.

Por meio do conhecimento histórico, o aluno “tem a possibilidade de conhecer e desenvolver com excelência o vasto repertório que compõe o programa dos cursos de sopros-madeiras”.


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