Prefeitura lançará nos próximos dias licitação para novo acesso

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    A Prefeitura deve lançar nos próximos dias o edital de licitação para a construção da nova ponte do Marapé. Segundo o secretário de Infraestrutura, Meio Ambiente e Agricultura, Vicente Aparecido Menezes, Vicentão, a obra está orçada em R$ 900 mil.

    O prazo para a construção do novo acesso é de quatro meses a partir da emissão da ordem de serviço. O governo do Estado liberou, na semana passada, R$ 671 mil para a obra.

    “A Prefeitura vai entrar com a contrapartida, vamos completar o dinheiro restante para reconstruir a ponte”, afirmou Vicentão.

    O secretário espera que o valor a ser aplicado pelo Executivo seja menor com a realização da licitação. De acordo com ele, a expectativa deve-se ao fato de que “os preços tendem a serem menores com a competição das empresas”.

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    O dinheiro foi liberado após uma reunião no Palácio dos Bandeirantes, na capital paulista, na segunda-feira da semana passada, 14. O prefeito José Manoel Correa Coelho, Manu, apresentou ao governador Geraldo Alckmin o projeto de construção da ponte.

    O secretário-chefe da Casa Militar e da Defesa Civil do Estado, coronel José Roberto Rodrigues, e o secretário-chefe da Casa Civil, Edson Aparecido, também participaram da reunião. O encontro foi agendado por intermédio do deputado estadual Edson Giriboni (PV).

    O tipo da ponte que será construída ainda não foi definido pela equipe de engenheiros da Prefeitura. Eles trabalham em dois projetos que serão submetidos à Defesa Civil do Estado, segundo o engenheiro civil João Batista de Camargo.

    Um deles prevê a construção de uma ponte semelhante à que foi levada pela chuva. Entretanto, ao invés de o revestimento interno ser de aço, ele será de concreto armado. O outro projeto é chamado de “obra de arte”, no qual a passagem é apoiada sobre as bases nas extremidades.

    “Nós vamos levar os dois projetos à Defesa Civil e eles vão analisar, levando em consideração a vazão do ribeirão em cheias e o prazo de execução”, explicou.

    Ambos os projetos já consideram uma vazão maior do ribeirão Manduca e o tráfego pesado de veículos da entrada da cidade.

    “Nós estamos trabalhando na melhoria da ala jusante, que é depois da ponte”, declarou.

    A antiga ponte caiu no último dia 10, durante um temporal que atingiu a cidade. A ligação do centro com os bairros Morro Grande e São Cristóvão atendia um fluxo populacional de 85 mil pessoas por dia, segundo estima a Prefeitura.

    O acesso era a principal ligação entre o centro da cidade e a rodovia Antonio Romano Schincariol (SP-127), no Morro do Alto, e Mário Batista Mori (SP-141). Esta última, acesso para vila Angélica, Jardim Planalto e Jardim Gonzaga.

    O temporal que derrubou a ponte durou aproximadamente 30 minutos. Segundo a Secretaria de Infraestrutura, choveu 27 milímetros em 15 minutos.

    A queda da ponte causou a interrupção dos serviços de telefonia e de internet em bairros da região. Técnicos da Vivo trabalharam no local e reestabeleceram os serviços dias depois.

    O local havia sido interditado uma semana antes, pois a secretaria suspeitava de infiltração na base da ponte. O problema causou um rebaixamento de um dos lados do acesso.

    Rotas alternativas

    Para os carros e motos que trafegam sentido centro-bairro e bairro-centro, a opção é desviar pela rua Alfredo de Oliveira, que dá acesso para a avenida Vice-prefeito Pompeo Reali e a rua Capitão Lisboa. Quem trafega pelo centro da cidade, sentido vila São Cristóvão, tem a opção de evitar a região da ponte, pela rua Gualter Nunes.

    Os caminhões estão impedidos de entrar na cidade pela avenida Pompeo Reali para acesso à Capitão Lisboa. A alternativa para os veículos pesados é entrar pelo anel viário.

    A Prefeitura informou que os motoristas que circulam pela região do São Cristóvão e Morro Grande devem ficar atentos com as obras de melhorias na Pompeo Reali. Alguns retornos foram fechados e operários trabalham no canteiro central.


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