Parlamentares abordam corte de verba e obra de revitalização

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Durante a sessão ordinária da noite de segunda-feira, 6, o corte de 30% da verba de recursos federais para universidades e institutos e a reforma de revitalização da praça Martinho Guedes, a praça da Santa, foram abordadas pelos vereadores.

Uma moção de repúdio ao atual ministro da Educação, Abraham Weintraub, e duas de apelo – uma ao próprio ministro da pasta e outra ao presidente da República, Jair Messias Bolsonaro -, foram protocoladas e assinadas por outros parlamentares.

Os documentos abordam o corte de 30% das verbas destinadas para universidades e institutos federais, a partir do segundo semestre deste ano. A medida foi divulgada pelo MEC (Ministério da Educação), na terça-feira, 30 de abril.

Eduardo Dade Sallum (PT), assinou uma moção de apoio ao Condephat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico e Artístico de Tatuí). Conforme a matéria, o conselho protocolou uma representação ao Ministério Público por possíveis irregularidades no processo de reforma da Praça da Santa.

Sallum também protocolou uma moção de aplausos e congratulações aos jornalistas Florestan Fernandes Júnior e Mônica Bergamo, pela realização de uma entrevista com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Entretanto, a matéria foi rejeitada, pois não teve o número mínimo de seis assinaturas de parlamentares. A Câmara Municipal possui 17 vereadores e pelo menos um terço dos edis devem assinar uma matéria para que seja integrada à pauta da reunião.

A sessão ordinária aprovou 24 indicações, 82 requerimentos e outras 11 moções. O presidente da Casa de Leis, Antônio Marcos de Abreu, convocou uma sessão extraordinária, na qual os vereadores acataram quatro projetos de lei – dois do Poder Legislativo e dois do Executivo -, um projeto de decreto legislativo e um projeto de resolução.

Os parlamentares ainda aceitaram o pedido do vereador Ronaldo José da Motta (PPS), solicitando que o prazo da CEI (comissão especial de inquérito) para investigação do Tatuiprev (Instituto de Previdência Própria de Tatuí) fosse estendido por mais 60 dias.

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