Notas Policiais

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  • Sul-africana é acusada de ter furtado uma PM em ônibus

Uma mulher de 36 anos, natural de Joanesburgo, na África do Sul, e residente em Assis, acabou detida na noite de sexta-feira, 16, na base da Polícia Militar Rodoviária, na rodovia Presidente Castello Branco (SP-280). Ela é suspeita de ter furtado uma policial militar de 29 anos.

Conforme a PMR, por volta das 22h30, os agentes foram acionados pela base, via rádio, para atender a uma ocorrência na qual a vítima afirmava ter sido furtada dentro de um ônibus, após ter embarcado na Barra Funda, em São Paulo.

Segundo a PMR, a carteira, contendo documentos pessoais, dois cartões bancários, uma passagem e R$ 93,50, foi furtada de dentro da bolsa da policial. O dinheiro acabou recuperado e devolvido à vítima.

De acordo com o boletim de ocorrência, após a chegada dos agentes na base, a vítima, acompanhada da sul-africana suspeita, foi encaminhada e apresentada à Central de Flagrantes.


  • Suspeito de furtar energéticos, água e sorvetes acaba preso

Um autônomo de 37 anos acabou preso, na manhã de sábado, 17, por volta das 8h30, suspeito de ter furtado uma padaria na vila Doutor Laurindo. A Guarda Civil Municipal recuperou os itens furtados do estabelecimento comercial, avaliados em R$ 32,80.

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De acordo com a GCM, uma balconista informou que um sujeito desconhecido entrou na padaria e pegou dois sorvetes, duas latas de energético e uma garrafa de água. Na sequência, o homem deixou o local sem pagar pelos produtos.

Segundo a GCM, os agentes conseguiram encontrá-lo ainda próximo à padaria, em uma praça da rua Prefeito Antônio Tricta Junior. Durante a abordagem, os guardas localizaram, ao lado do acusado, uma lata de energético, embalagens de sorvete e algumas garrafas pequenas de cerveja.

De acordo com a GCM, ao ser questionado pelos agentes, o indivíduo confirmou que havia pegado os produtos e alegou não ter pagado porque estava com fome e não tinha dinheiro.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito foi levado ao Pronto-Socorro Municipal “Erasmo Peixoto” e, depois, ao plantão policial, onde recebeu voz de prisão, com possibilidade de fiança de R$ 1.000. Ele permaneceu detido para ser apresentado em audiência de custódia.


  • Vítimas recebem pedidos de depósitos pelo ‘WhatsApp’

Uma cozinheira de 38 anos, moradora da vila Doutor Laurindo, e um autônomo de 25 anos, residente no Jardim Lírio, afirmam estar recebendo mensagens de estelionatários, via WhatsApp, solicitando depósitos bancários. Eles registraram boletim de ocorrência na tarde de sábado, 17.

Segundo o documento, a cozinheira recebe diversas mensagens de golpistas, pedindo para que ela realize depósitos em duas contas correntes, em benefício de “Kaue Gabriel Cardoso Sampaio” e “Mary Aparecida da Silva”, e em um conta digital, favorecendo “Rodrigo Gonçalves”.

Conforme o boletim, de maneira semelhante, o autônomo recebera solicitações de estelionatários e chegou a depositar R$ 1.000 em um conta em nome de “José Valter Rodrigues de Sousa”.


  • Falsos atendentes bancários geram prejuízo de R$ 4 mil

Uma aposentada de 63 anos, moradora do bairro Inocoop, caiu em golpe dentro de uma agência da Caixa Econômica Federal, na área central, na manhã de segunda-feira, 19. Dois indivíduos, passando-se por atendentes, provocaram prejuízo de R$ 4.040 à vítima.

Segundo relatado, por volta das 10h30, a aposentada estava efetuando um saque na agência quando uma pessoa, “preta, forte e bem vestida”, sem a autorização dela, estendeu os braços e começou a digitar no teclado do caixa eletrônico.

Na sequência, o terminal teria impresso um código eletrônico. Desconfiada, a aposentada teria pegado o papel, enrolado no cartão bancário dela e deixado o local, indo até uma agência lotérica próxima.

Enquanto aguardava na fila da lotérica, outro indivíduo, “moreno, magro, vestido com uma roupa parecida com a de funcionários da CEF e com crachá do banco”, teria a abordado, perguntando se ela havia sido “auxiliada” dentro da agência e se havia pegado algum comprovante no caixa eletrônico.

A aposentada disse à PC que, por ele estar com roupas e crachá de funcionário da CEF, confirmou e mostrou o código impresso. O sujeito pegou o papel e o cartão da vítima e, pouco depois, devolveu-os, afirmando que estava tudo certo.

Após ter ido para casa e conversado com o marido, a aposentada teria percebido que o cartão que havia levado embora não era o dela. Ao retornar à agência bancária, uma funcionária retirou um extrato e constatou que o cartão da vítima havia sido usado em um saque de R$ 2.000 e duas compras, de R$ 2.000 e R$ 40.

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