Nilton De Sordi

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Foi ídolo no São Paulo, clube que defendeu de 1952 a 1965. Paulista de Piracicaba, mostrou talento na lateral do XV local. Em 1958, era o titular do Brasil no mundial da Suécia. Na última partida não jogou, daí a presença de Djalma Santos, então lateral da Portuguesa de Desportos.

Ao lado de Poy e Mauro, fez a linha de defesa mais conhecida do público paulista, aliando a classe de Mauro, a tranquilidade do argentino Poy e a firmeza de De Sordi, inesquecível para o torcedor.

Uma reportagem da antiga revista “A Gazeta Esportiva Ilustrada” mostrava, na capa, a então jovem revelação tricolor, e com os dizeres: “Um tourinho duro num gramado fofo”, uma frase que marcava bem e com propriedade seu grande futebol.

Perto de sair do Tricolor, atuou várias vezes na zaga central e, ainda, se destacou pela ótima impulsão, alem de marcador implacável. Foi campeão paulista em 1953 e em 1957. Atuou, depois, no futebol paranaense.

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A foto é do Tricolor paulista durante o Torneio Rio-São Paulo – Pacaembu – 11/4/1953; São Paulo 1 (Pé de Valsa) X 1 Palmeiras (Odair). Treinador: Vicente Feola. Em pé: Alfredo Ramos, Pé de Valsa, De Sordi, Poy, Mauro e Bauer. Agachados: Lanzoninho, Negri, Gino, Ranulfo e Teixeirinha. Um craque que fez história no futebol brasileiro.

NOTA: As fotos são do arquivo pessoal do autor, que data de 50 anos. Ele, como colecionador e historiador do futebol, mantém um acervo não somente de fotos, mas de figurinhas, álbuns, revistas, recortes e dados importantes e registros inéditos e curiosos do futebol, sem nenhuma relação como os sites que proliferam sobre o assunto na rede de computadores da atualidade


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