Nei Oliveira

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Atacante rápido e inteligente, surgiu como grande jogador em 1961, na antiga competição chamada Campeonato Brasileiro de Juvenis, defendendo a Seleção Paulista.

O Botafogo bem que tentou, mas não consegui tirá-lo do Corinthians. No clube, virou ídolo e artilheiro; e formou ao lado de Silva uma dupla de atacantes goleadora. Exageradamente, os dois eram comparados a Pelé-Coutinho donos das famosas e históricas tabelinhas mágicas.

Em 1966, foi atuar no Vasco e ganhou títulos que não conseguiu no Corinthians. De 1969 a 1972, defendeu o Flamengo e, no mesmo ano, o Botafogo, enfim, conseguiu contratá-lo.

Esteve emprestado no Atlético Juniors da Colômbia. Na sua volta ao alvinegro carioca, uma contusão já começava a afastá-lo do futebol.

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Seu filho Dinei, Claudinei Alexandre Pires, campeão brasileiro pelo Corinthians em 1990/98/99, herdou algumas das suas habilidades.

A foto de 1966 é interessante, mostra duas gerações distintas na sua formação: Luizinho, o “pequeno polegar”, ídolo corintiano dos anos 50 encerrando a carreira; e Rivelino, o “reizinho do parque”, outro inesquecível craque corinthiano, começando e se firmando na equipe titular.

Em pé, estão na fotografia: Jair Marinho, Luizinho, Marcial, Ditão, Galhardo e Maciel. Agachados, aparecem: Bataglia, Rivelino, Nei Oliveira, Tales e Gilson Porto. Grandes momentos e histórias curiosas do futebol.

NOTA: As fotos são do arquivo pessoal do autor, que data de 50 anos. Ele, como colecionador e historiador do futebol, mantém um acervo não somente de fotos, mas de figurinhas, álbuns, revistas, recortes e dados importantes e registros inéditos e curiosos do futebol, sem nenhuma relação como os sites que proliferam sobre o assunto na rede de computadores da atualidade


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