Maioria afirma ter sofrido com a ‘escassez’ de medicamentos

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As dificuldades financeiras enfrentadas pela Prefeitura são sentidas pela população na hora da retirada de medicamentos gratuitos. É o que revelou enquete realizada por O Progresso entre sábado, 11, e sexta-feira, 17.

    Conforme o secretário municipal da Saúde, Jerônimo Fernando Dias Simão, além da falta de recursos e de “crédito”, a compra de medicamentos é prejudicada por ações judiciais que obrigam a municipalidade a adquirir remédios de alto custo.

Conforme a pesquisa, 72% dos participantes confirmaram que algum familiar já foi afetado pela falta de medicamentos fornecidos pela rede pública de saúde.

Por outro lado, 28% dos participantes da enquete afirmaram não ter nenhum familiar prejudicado pela falta de remédios. A pergunta foi levada “ao ar” na manhã de sábado, no portal “O Progresso Digital” (www.oprogressodetatui.com.br).

Nesta semana, o bissemanário propõe nova discussão, desta vez sobre a situação financeira dos moradores de Tatuí. Os cofres municipais têm a receber mais de R$ 100 milhões em impostos, taxas e tributos atrasados, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas (empresas).

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A queda na arrecadação municipal fez com que a Secretaria Municipal de Fazenda e Finanças lançasse o Refis (Programa Municipal de Recuperação Fiscal). Até quinta-feira, 15, foram renegociados R$ 3,8 milhões em impostos.

A inadimplência das famílias também tem atingido bancos e estabelecimentos comerciais, levando as pessoas a ficarem com restrições de crédito “na praça”. Geralmente, credores aguardam 30 dias para a inclusão do nome do devedor no cadastro negativo.

Com base nessas informações e sobre o atual cenário econômico do país, que reduziu as receitas das famílias, O Progresso faz a pergunta: “Você ou algum familiar está com o ‘nome sujo na praça’?”. As respostas são: “sim” e “não” e podem ser escolhidas até sexta-feira, 24. No domingo, 26, o bissemanário publicará o resultado da enquete.

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