Idosa morta na  ‘DC’ não sofreu agressão física, diz testemunha

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Da redação

A aposentada de 69 anos, moradora da vila Angélica, que morreu na Central de Flagrantes da Delegacia Central na segunda-feira, 7, enquanto aguardava para registrar boletim de ocorrência por lesão corporal, não teria sofrido agressões físicas.

Uma das envolvidas no caso procurou o jornal O Progresso, na tarde de quinta-feira, 10, para dizer que as mulheres, de 23, 27 e 47 anos, tentaram apenas controlar a mulher durante uma “discussão ocorrida por questões pessoais”.

“A idosa não sofreu agressões. Ela estava descontrolada e nós – que somos amigas  dela – estávamos tentando acalmá-la para que nada de grave acontecesse. Como não conseguimos segurá-la, acionei a polícia para nos ajudar”, sustentou a testemunha.

De acordo com a Polícia Civil, quando os policiais militares chegaram, as partes já haviam cessado a discussão e os agentes encontraram as envolvidas com lesões pelo corpo, sendo encaminhadas ao pronto atendimento local para passarem por exames médicos.

Depois de passarem por exames, as envolvidas foram encaminhadas à Central de Flagrantes, onde a aposentada passou mal. A mulher chegou a ser socorrida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), porém, não resistiu.

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“Como a idosa estava descontrolada, ela acabou nos machucando enquanto tentávamos segurá-la, mas ela não estava com nenhum ferimento. O que aconteceu na delegacia foi morte natural. Ela sofria de problemas cardíacos”, declarou a mulher.

A Polícia Civil não informou o que teria motivado a briga das mulheres, contudo, o boletim de ocorrência registra que a aposentada fora vítima de morte natural. O atestado de óbito foi assinado por um médico do Samu.

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