Guiando a Cidade Ternura pelo turismo

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Lançado em 2016, o Guia Turístico e Gastronômico “Tatuí Cidade Ternura” tem o lançamento da quarta edição neste sábado, em primeira mão, junto à sétima Feira do Doce.

A publicação destaca os atrativos turísticos mais significativos, uma parte da história local, a agenda anual de eventos municipais e as principais opções de gastronomia na cidade.

No final de semana após a feira, o guia chegará gratuitamente aos leitores de O Progresso, como encarte especial, e ainda poderá ser encontrado, sem custo adicional, dentro dos exemplares do jornal nos pontos de venda avulsa, como as bancas de revista.

Em simultâneo, já estão sendo encaminhados lotes da publicação a pontos de interesse turístico e a órgãos municipais que atuam na área, como o Comtur (Conselho Municipal de Turismo) e a Secretaria Municipal de Esporte, Cultura, Turismo, Lazer e Juventude.

Projetado para ser uma inovação, por apresentar, pela primeira vez, uma espécie de “inventário” de todas as informações relacionadas ao turismo e à gastronomia da cidade, o guia foi novamente renovado em 2019.

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Com pauta elaborada a partir de informações interessantes tanto para tatuianos quanto para turistas, o guia chama para as festas e eventos, destaca as tradições locais e detalha as atrações turísticas. Os assuntos são apresentados em reportagens sucintas, cada uma acompanhada por imagens, também atualizadas.

O guia “Cidade Ternura” está dividido em capítulos. No primeiro, consta o calendário cultural e turístico do município, com informações relativas ao Carnaval de rua e nos clubes, bailes de salão, eventos religiosos e, mais recentemente, os gastronômicos.

Como o próprio nome sugere, o calendário lista as atividades culturais e gastronômicas por meses do ano. As atrações começam em fevereiro e seguem até dezembro, quando a cidade celebra o “Natal Musical”.

Na seção “história”, a publicação explica como surgiram os principais títulos tatuianos: “Terra dos Doces Caseiros”, “Capital da Música” e “Cidade Ternura” – este último, com origem em artigo publicado pelo jornalista Osmar Pimentel no jornal O Progresso, em 14 de outubro de 1934.

Igualmente importante, a figura do escritor tatuiano Paulo de Oliveira Leite Setúbal está presente na publicação. Principal expoente da literatura tatuiana, ele dá nome ao museu histórico do município e a uma das praças centrais.

Na sequência, o guia apresenta as atrações turísticas. São dezenas de páginas contendo informações diversas, entre as quais, sobre a capela de São João do Bemfica (marco inicial da cidade), o Centro Hípico de Tatuí, o Conservatório, a estação ferroviária e as antigas fábricas de fiação.

Também estão presentes informações sobre a Capela do Divino, Igreja Matriz Nossa Senhora da Imaculada Conceição, Santuário Nossa Senhora de Fátima, Mercado Municipal “Nilzo Vanni” e o Parque Ecológico Municipal “Maria Tuca”.

O guia ainda apresenta a avenida Cônego João Clímaco de Camargo (avenida das Mangueiras), o Aeroclube de Tatuí e a Fazenda Maria. Espaços como o Sítio do Carroção e o Sítio Santa Rosa complementam a seção informativa.

Abrangendo todas as categorias de bares e restaurantes, a seção dos classificados engloba hotéis, espaços para diversão e arte e prestadores de serviços de locomoção.

De modo a privilegiar estes setores da economia local e reunir o maior número de empreendimentos, o guia mantém a dinâmica da primeira edição, pela qual a divulgação nos classificados acontece gratuitamente.

Por meio desta iniciativa, a publicação, de um lado, prestigia o comércio do município e, de outro, oferece a quem acompanha o material todas as informações possíveis e pertinentes sobre os produtos e prestadores de serviços de interesse turístico.

Ao compilar dados do turismo e da gastronomia, juntando bares, cafés, restaurantes, hotéis e espaços de diversão e arte, a publicação extrapola o caráter primário de informações básicas dos guias comuns, que mais assemelham-se a listas telefônicas com propaganda.

Na prática, além de priorizar os visitantes, o guia também é pautado pelas expectativas dos próprios tatuianos, que passam a conhecer mais a cidade onde residem e a ter um grande volume de opções de serviços e produtos, especialmente na área de gastronomia.

Outro aspecto significativo é que, muito antes de a cidade alcançar o título de MIT (município de interesse turístico) do estado de São Paulo, o objetivo maior do guia já era promover o potencial da Cidade Ternura como verdadeira opção de turismo, exatamente por possuir atrativos a serem bem explorados.

A primeira edição, com esse propósito, inclusive, nasceu em um momento em que nada ainda havia de concreto acerca das verbas garantidas pelo MIT. A publicação acabou sendo concluída, assim, apenas com o apoio da iniciativa privada.

Na prática, o guia “Cidade Ternura” se somou, de fato, aos esforços da sociedade civil, de autoridades e, particularmente, da prefeitura e do do Comtur para que Tatuí fosse reconhecida como MIT. Esforços que, acima de tudo, estiveram corretamente afinados com a maior virtude local: a música.

Não por acaso, inclusive, a versão 2018/2019 do guia já apresentava uma novidade: todos os principais eventos promovidos pelo Conservatório ao longo do ano.

Esse conteúdo veio a compor a “agenda musical”, que, na versão atual, 2019/2020, passa a ser todo ilustrada, com fotos correspondentes a cada um dos eventos musicais.

Por todos os aspectos, aliás, a música segue ganhando atenção especial no guia, que, novamente, já a evidencia na capa, com a imagem de uma apresentação do Grupo de Música Raiz do Conservatório, no teatro “Procópio Ferreira”, à frente de um cenário, assinado pelo artista plástico Jaime Pinheiro, plenamente afeito a outra riqueza local: a cultura caipira.

Não obstante, a maior novidade de 2019/2020 é a total reconfiguração do guia, o qual ganha novo formato, mais adequado ao manuseio recorrente – ao uso contínuo como material de consulta – e, ainda, ganha muito em qualidade de impressão, durabilidade e acabamento.

Isto porque deixa de ser editado em jornal e passa para papel branco, impresso em máquina plana, o que garante qualidade superior tanto nas imagens quanto no enquadramento das páginas – as quais, inclusive, saltaram de 52 para 76.

Na verdade, é um novo guia: maior, mais prático, mais duradouro, mais consistente, mais bonito – tal como se vislumbra o próprio desenvolvimento do turismo na Cidade Ternura.

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