Familiar refuta envolvimento de vítima fatal com o tráfico

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Da redação

Na tarde de segunda-feira, 7, o ajudante Alexandre Ramos, de 33 anos, faleceu no Pronto-Socorro Municipal “Erasmo Peixoto”, após ter sido agredido e esfaqueado na noite anterior, no Jardim Perdizes. Na ocasião, a Guarda Civil Municipal prendeu em flagrante um vendedor de 20 anos, acusado de ter cometido o crime.

Na manhã desta sexta-feira, 11, um familiar de Ramos entrou em contato com a redação de O Progresso, declarando que a vítima fatal não tinha qualquer envolvimento com a venda de drogas. Posteriormente, a reportagem apurou que o ajudante não possui nenhum processo por tráfico na comarca de Tatuí.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado sobre o caso, por volta das 23h30 de segunda-feira, os guardas municipais foram acionados para atender a uma tentativa de homicídio na rua Engrácia Soares Fogaça. No local, um inspetor da GCM já estava com o suspeito.

Conforme o boletim, o vendedor disse aos oficiais da GCM ter presenciado o ajudante “oferecendo drogas” à esposa dele. O suspeito alega ter ido conversar com Ramos, quando ambos começaram a discutir e várias pessoas o agrediram.

O vendedor, então, afirma ter ido à casa dele, pegado uma faca e voltado para “esfaquear a perna” do ajudante.

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Ainda segundo o BO, Ramos foi socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e encaminhado ao PS, permanecendo internado em estado gravíssimo. Porém, às 16h07, um segundo boletim de ocorrência sobre o caso acabou registrado na Delegacia Central, informando o falecimento de Ramos.

O vendedor, identificado como Lucas Rafael de Araújo, recebeu voz de prisão e, após passar por avaliação médica, foi levado à Central de Flagrantes, onde ficou à disposição da Justiça. A faca de cozinha, sem cabo e contendo sangue, acabou apreendida.

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