Em ação preventiva, Defesa Civil monitora sete áreas de “risco”

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Bairro Americana é um dos que sofrem com alagamentos
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Da reportagem

Com a chegada das chuvas de verão, a Defesa Civil está monitorando, de forma sistemática, as áreas de risco de inundação e alagamento. A iniciativa busca preservar vidas e reduzir danos, materiais e ambientais.

De acordo com o coordenador da DC, Adriano Henrique Moreira, sete localidades foram catalogadas e estão sendo monitoradas desde o início de dezembro. A operação de verão segue até 29 de fevereiro.

Moreira explica que as áreas consideradas de risco por deslizamento de solo, incluem a rua Paulo Alfredo Soares, na vila Brasil, e rua a Professora Maria Aparecida Santi, no Jardim Ternura. Já as regiões próximas aos rios são mais propícias a ocorrências de enchentes.

Estão catalogadas, como áreas de risco de inundação, as ruas da vila Esperança e do Jardim das Garças e o bairro Americana até o Gaiotto, na estrada que liga Tatuí a Cerquilho, ao lado do rio Sorocaba.

Além disso, podem ocorrer enchentes na rua São Martinho, na área central próxima ao ribeirão do Manduca; na rua Martinha Tavares de Oliveira, no Jardim Tomaz Guedes, na parte que faz limite com o rio Tatuí; e na rua Caetano Palumbo, no Parque Santa Maria, próximo à ponte do Jardim Lírio.

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Segundo relatório divulgado a O Progresso, aproximadamente 750 pessoas residem nessas áreas, sendo mais populosa a região do bairro Americana, com pelo menos 300 moradores.

Em seguida, encontram-se: a vila Esperança e o Jardim das Garças (200 pessoas), a área central e a vila Brasil (com 60 moradores em cada área), o Jardim Tomaz Guedes (72), o Jardim Ternura (52) e o Parque Santa Maria (12).

Moreira afirmou que uma equipe já esteve vistoriando os locais antes do período de chuvas e, após a avaliação de riscos, segue realizando acompanhamento semanal, com monitoramento das áreas que podem ser afetadas.

Ele explica que o volume diário de chuva tido como tolerável pela Defesa Civil, para o município, nestes meses de verão, é de até 60 milímetros.

“Acima disso, a gente já fica em alerta. Fazemos o monitoramento das áreas de risco, vemos como está a situação e, se houver possibilidade de inundações, avisamos os moradores para que deixem as casas”, contou.

Conforme explicou, os procedimentos de atendimento podem variar conforme os casos. Nas inundações mais graves, a primeira ação é a retirada das famílias das casas atingidas.

Depois, a assistência social entra com o fornecimento de mantimentos e roupas, conforme a necessidade das famílias, até a água baixar e os moradores poderem voltar às moradias.

Além das áreas de inundação, o coordenador orienta que as pessoas evitem as propensas a alagamentos, como a região do terminal rodoviário.

“O correto é evitar estes locais nos dias de chuvas fortes. Ali (na rodoviária), a canalização não dá conta do excesso de água e pode causar acidentes, ou até mesmo problemas em veículos que tentarem passar pela enxurrada”, alerta.

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