Detida dupla por associação e menor por ‘delivery’ de crack

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Denúncia anônima auxiliou a GCM (Guarda Civil Municipal) a deter duas pessoas por tráfico de drogas e associação ao tráfico, na tarde de quarta-feira, 20, no Rosa Garcia.

Na mesma data, a corporação apreendeu um menor, de 17 anos, suspeito de atuar em “delivery” (entrega em domicílio) de entorpecentes, no Jardim Europa. Ele dirigia uma motocicleta e portava crack.

Os flagrantes resultaram no confisco de mais de uma centena de porções do entorpecente. Ao todo, os guardas apreenderam 129 pedras, nas duas ações.

Conforme a corporação, grande parte delas foram recolhidas no Rosa Garcia, com o pedreiro Ângelo Augustos Bogones, 43, e com o pintor de paredes Silvio Fábio dos Santos, 35.

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A GCM abordou os suspeitos às 14h30, na rua Saladino Simões de Almeida, no Rosa Garcia. Com eles, a equipe da corporação municipal encontrou um celular Samsung e R$ 30 em notas. Das 99 pedras de crack apreendidas, 52 estariam em poder de Santos; as demais, com Bogones.

Os guardas receberam denúncia via COD (Centro de Operação de Despacho). A informação dava conta de que uma dupla estaria comercializando entorpecentes perto de um trecho da linha férrea que corta o bairro.

No local, a guarnição encontrou dois homens com características que se assemelhavam às descrições passadas em denúncia. Antes da abordagem, os guardas relataram ter visto um deles jogando no chão um objeto.

Depois de revistar os suspeitos, os guardas os encaminharam para o plantão da Polícia Civil. Outra guarnição apresentou, no mesmo local, um estudante de 17 anos.

O menor dirigia uma motocicleta Honda, modelo Titan KS, 125 cilindradas, vermelha, ano 2000 e com placa de Tatuí, pela rua Osvaldo Oliveira da Porciúncula, no Jardim Europa. Ele portava 30 pedras de crack.

Uma guarnição abordou o adolescente às 15h41 e encontrou, com ele, um “kit” com o entorpecente. A equipe constatou, ainda, que o documento do veículo estava irregular (com licenciamento em atraso).

Na casa dele, os guardas localizaram um saco de lixo com 23 peças de roupas, sendo 9 camisetas, 3 blusas, 8 bermudas e 3 cuecas. Havia, também, uma cortina.

Segundo a GCM, as peças continham etiquetas, indicando que seriam novas. Como o menor não soube explicar a procedência do material e ele “tinha origem duvidosa”, a equipe encaminhou-o ao plantão.

Também incluiu, como prova, um celular, marca Samsung, branco. No aparelho, os guardas encontraram “mensagens suspeitas” em aplicativo “WhatsApp”.


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