Campanha mobiliza 200 terminais para doações de roupas

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A Campanha do Agasalho continua arrecadando peças de roupas em diversos espaços da cidade, como escolas estaduais e municipais, comércios, indústrias e os postos de saúde. São cerca de 200 locais de doações espalhados pela cidade.

A campanha, que teve início em junho, com o Passeio Ciclístico Solidário, ainda não tem data definida para encerramento. Ainda é possível fazer doações tanto na sede do Fundo Social, à praça Martinho Guedes, 12, ou no Polo de Construção Civil, à rua José de Ortiz de Camargo, 473, no centro.

“Quem quiser doar pode entregar tanto no Fundo quanto no Polo, mas, no máximo, até dia 10 ou dia 12, pois aí estaremos encerrando, para que, no máximo dia 15, possamos fazer a entrega para as entidades”, conta Edith de Oliveira Barbosa, coordenadora da ação.

De acordo com Edith, a pressa acontece porque o calendário da campanha no Estado sofreu atraso, o que, consequentemente, atrapalhou o cronograma da ação, normalmente realizada entre maio e junho.

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“Temos pressa de terminar isso, estamos prevendo uma data, mas, se conseguirmos organizar tudo rápido, queremos entregar antes, porque o frio está chegando, e quem tem frio não espera”, frisa Edith.

As peças de roupas e agasalhos arrecadados são destinadas às entidades assistenciais que têm interesse, como também às famílias carentes atendidas pelo Fundo, pelos Cras (Centro de Referência de Assistência Social) e pelo Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social).

“Esses órgãos fazem o acompanhamento de algumas famílias e nos mandam essa listagem com o nome delas. Só podem participar famílias de baixa renda, pois a ideia é atender às pessoas carentes”, observa Edith.

Para receberem as doações, as famílias são cadastradas pelo Fundo Social, onde são registrados nome, endereço e quantidade de pessoas residentes na casa. Com essas informações, o órgão faz a separação por tipo e quantidade a ser destinada à população.

Já as entidades que desejam receber o benefício podem ligar para o Fundo Social e cadastrarem-se, informando quantas pessoas atendem, a faixa etária predominante (se são crianças ou idosos, por exemplo) e, até, que tipo de peça deseja receber.

“Durante essa semana, nós vamos ligar para as entidades justamente para identificar as suas necessidades, pois têm as que preferem receber doação de cobertores; outras podem querer roupas e também cobertores. E, dentro do que elas precisam, nós separamos. Ao fim da ação, cada entidade vem e faz a sua retirada”.

Até ontem, conforme a coordenadora, ainda não havia sido possível mapear as entidades que serão beneficiadas, bem como as famílias e a quantidade de roupas doadas.

“Não temos o número exato dos que serão atendidos pois varia muito. No ano passado, chegamos a doar cerca de 10 mil peças para a população, e 15 entidades foram beneficiadas”.

“Mas, sempre muda, pois tem família que, graças a Deus, melhora um pouco de vida. Em compensação, pode haver pessoas que não vieram na última campanha e que, agora, vão precisar. Há entidades que foram criadas este ano e que estão interessadas”, explica.

A data para a distribuição das peças às entidades está prevista para o dia 17 de julho, com a presença da primeira-dama, Ana Paula Cury Fiuza Coelho, no evento oficial. Já para atender às famílias, a intenção é realizar a doação a partir do dia 20, durante duas semanas.

Para Edith, as expectativas quanto ao balanço final são muitas. “No ano passado, tivemos uma boa arrecadação e poucas perdas, mas, como a ação ainda não foi encerrada, só após verificar o quanto de roupa foi doada e, dentro disso, quais são boas para uso e quais são inutilizáveis, aí poderemos afirmar que o resultado foi satisfatório, ou não”, concluiu.


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