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    Museu de Tatuí exibe documentário ‘Era Tanta Ternura que Virou Doce’

    Projeto revela tradição histórica de doceiras (foto: AI Prefeitura de Tatuí)
    Da redação

    O Museu Histórico “Paulo Setúbal”, da prefeitura de Tatuí, disponibilizou no canal oficial do MHPS no YouTube (https://bit.ly/409nR2t) o documentário “Era Tanta Ternura que Virou Doce”, de Cristina Siqueira, premiado pelo 2° Festival de Arte e Cultura de Tatuí.

    De acordo com a assessoria de comunicação da prefeitura, o documentário ressalta a valorização do “doce patrimônio subjetivo” que a Cidade Ternura oferece e revela a tradição histórica de algumas doceiras antigas da cidade e a culinária como fonte de renda.

    Ainda compõe, com a tradicional Feira do Doce, “a literatura de onde ela se originou, consagrando, de fato, poeticamente, Tatuí como Cidade Ternura, além de impulsionar o turismo gastronômico.

    “O projeto ‘Era Tanta Ternura que Virou Doce’ desperta o orgulho de morarmos em uma cidade que se revela não só pelos seus doces, mas também pela maneira cordial, carregada de ternura, com que recebe seus visitantes”, comenta a escritora e poetisa Cristina Siqueira.

    Ela acrescenta: “É tradição presentearmos com doces feitos aqui aos que veem nos visitar, e torna-se uma delícia ver que o presente agradou, deixando quem o recebeu com água na boca”.

    A intenção da escritora é fazer com que o projeto contribua para a literatura tatuiana, “resgatando, em prosa terna e poética, a identidade deste povo, a simplicidade de se fazer com amor as coisas desta terra”.

    Para tanto, a poetiza fundamenta, além do documentário, novos murais para o “Livro de Rua”, em construção em Tatuí desde 1997, “privilegiando o comércio local e sendo uma alavanca turística por excelência”, destaca a prefeitura, em nota à imprensa.

    O documentário teve a participação da produtora Talita Diniz e do fotógrafo e videomaker William de Oliveira Lima. Os entrevistados são: Maria Inês Oliveira Rodrigues e Maria José Oliveira (filhas da doceira Belarmina); Clara Maria Brandão Fonseca e Fernanda Rodrigues Fonseca Ribeiro (Doceria Clara & Cia.); Aristides Ferreira Filho, Zilá Rodrigues Vieira Ferreira e Camila Vieira Ferreira Cerâmico (Palácio do Sorvete); e Antônio Rocha Lima Neto, Fabiano Rocha Lima, Evelise Rocha Lima Carneiro da Silva, Luciano Rocha Lima e Maria José Confortini Rocha Lima – in memoriam (Doceria Pingo Doce).