Maioria opina que ausência de fiscal pode ser fator de riscos

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Enquete virtual promovida pelo jornal O Progresso ao longo da semana apontou que a falta de fiscalização pode ser um fator facilitador de acidentes. Ao menos esta é a opinião da maioria dos leitores que votou na pergunta veiculada em “O Progresso Digital” (www.oprogressodetatui.com.br) a partir de reportagem publicada na edição impressa do bissemanário.

O questionamento permaneceu aberto para votações durante quase duas semanas, desde o dia 22 de agosto até a tarde de sexta-feira, dia 5. No decorrer do período, os leitores do periódico tiveram a possibilidade de acompanhar os resultados parciais. A verificação é feita na página principal do site.

Segundo a pesquisa, 39% dos leitores acreditam que a falta de fiscalização é um fator facilitador de acidentes. Em contrapartida, 37% opinaram que a ausência de fiscalização é o fator que pode contribuir para casos que gerem vítimas; e 24% votaram na opção “falta manutenção nos equipamentos” como resposta.

O questionamento apresentado pelo jornal tem como base o acidente que vitimou o trabalhador Marcos dos Santos Alves, na tarde o dia 19 de agosto. O homem despencou de uma altura de 12 metros, enquanto fazia manutenção do telhado do barracão de uma empresa de materiais de construção.

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Alves teve traumatismo craniano, trauma torácico e “provável fratura dos membros inferiores (pernas)”. A vítima entrou em óbito no dia 20, após ser internado na Santa Casa.

O óbito trouxe à tona discussões sobre a segurança do trabalho. Nesta semana, o jornal apresenta temática levantada durante a “Semana Melhor Idade Saudável”. Realizado entre os dias 1 e 5 deste mês, o evento contou com palestras sobre benefícios de atividades físicas para os idosos, importância de uso de medicamentos, higiene e sexualidade na terceira idade.

Em entrevista a O Progresso, a coordenadora do projeto “Melhor Idade”, a gerontóloga Paola de Campos, afirmou que um dos problemas enfrentados pelos idosos é a infantilização. Conforme ela, profissionais de saúde, familiares e cuidadores devem ter cuidado para não exagerarem no tratamento infantil aos mais velhos.

Ainda segundo a gerontóloga e arteterapeuta, é comum que profissionais e familiares tratem idosos com palavras sempre no diminutivo, como se fossem crianças.

Paola afirma que infantilização prejudica a autonomia da pessoa e a autoestima dos idosos. Tomando por base a alegação da gerontóloga, o jornal propõe a seguinte pergunta: “Você tem o costume de exagerar nos cuidados quando interage com um idoso?”. As respostas são: “sim” e “não”.

A enquete será aberta para votação na tarde deste sábado, 6, podendo ser respondida na página do bissemanário (www.oprogressodetatui.com.br). O resultado será divulgado na edição impressa, que circulará no próximo domingo, 14.


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