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    Jovem de 26 aos é vítima de homicídio em Tatuí cometido em banheiro de empresa

    Da Redação

    Guilherme Volpi, de 26 anos, foi vítima de homicídio em Tatuí ao ser atingido por disparos de arma de fogo dentro da cerâmica onde trabalhava, na terça-feira, 29 de setembro. Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito do crime é outro funcionário, de 38 anos, que teria fugido do local após efetuar os disparos.

    De acordo com o relato de uma trabalhadora da empresa, por volta das 16h10, o suspeito passou pelo escritório utilizando um capacete e sinalizou que iria embora. Ao ser questionado se havia acontecido alguma coisa, ele negou, “por meio de gestos”.

    Ainda segundo a testemunha, por volta das 16h30, após o sinal de saída dos funcionários, ela ouviu disparos de arma de fogo. Ao sair do escritório, visualizou o homem próximo a um pilar, efetuando tiros em direção ao interior do banheiro. A mulher, então, conta ter gritado para que ele parasse.

    Na sequência, teria visto o suspeito deixar o local portando uma arma e caminhar pelo estabelecimento, até perder contato visual com ele.

    Outro funcionário da empresa, um ceramista de 49 anos, relatou à Polícia Civil que, por volta das 16h30, ouviu a mulher gritando por socorro e dizendo que estava ocorrendo uma briga. Ao se aproximar, passou a ouvir os disparos e visualizou o suspeito saindo pela porta do banheiro, enquanto o outro estava nas proximidades.

    Conforme o depoimento, o homem foi até o portão da empresa e viu o suspeito correndo em direção à parte inferior do estabelecimento e fugindo, ainda portando a arma de fogo e o capacete. A testemunha afirma não ter visto a moto do acusado naquele momento e que, até então, não tinha conhecimento de desavenças entre os funcionários.

    Após o ocorrido, equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) compareceram ao local e constataram a morte da vítima, que foi encontrada no interior do banheiro.

    A Polícia Civil, por meio do Setor de Investigações Gerais (SIG), também esteve no estabelecimento. O local foi preservado para a realização de perícia, e as testemunhas foram ouvidas.

    A Polícia Militar realizou diligências para localizar o suspeito – inclusive, em um endereço onde ele poderia estar -, mas não o encontrou. O caso acabou registrado como homicídio e é investigado para se apurar as circunstâncias do crime.