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    Exposição ‘Consciência Negra’ permanece em cartaz até 4ª

    Mostra de alunos acontece no Museu Histórico ‘Paulo Setúbal’

    Exposição pode ser visitada de terça-feira a domingo (foto: AI Prefeitura)
    Da redação

    Com o objetivo de incentivar a reflexão sobre a diversidade cultural, o Museu Histórico “Paulo Setúbal”, da prefeitura de Tatuí, realiza neste mês o Projeto “Tatuí Consciente”. Uma das atividades acontece no próprio equipamento cultural, até quarta-feira,30, a exposição “Consciência Negra”.

    Elaborada com trabalhos desenvolvidos pelos alunos da Emei “Joaquim da Silva Campos” – pertencente à rede municipal de educação e com direção de Rita Braz -, a exposição pode ser visitada de terça-feira a domingo, das 9h às 17h.

    De acordo com Rita, os trabalhos “foram feitos com muito amor e dedicação pelas crianças, colaboradores e professores da escola”. Ela ainda diz que “é um enorme prazer divulgar a minha história e essência, transmitindo para as crianças valores, dignidade e respeito à diversidade”.

    Além da exposição, o Projeto “Consciência Negra” será encerrado oficialmente na própria escola, também na quarta-feira, 30, com uma apresentação dos professores José Mesquita Santos e Mina Garcia, que estarão acompanhados da representante do Núcleo Afro-feminino de Tatuí, Marisa Silva.

    “Consciência Negra”

    O projeto surgiu em 2015, quando Rita Braz assumiu o cargo de diretora da Emei “Joaquim da Silva Campos”. Esta foi a primeira escola a ter a “amarelinha africana” pintada no chão, envolvendo os alunos e a comunidade em diversas apresentações.

    No mesmo ano de 2015, houve um desfile para eleição da miss e mister afro, que envolveu alunos do berçário a pré-escola, além de oficinas de tranças e penteados afro.

    Desde então, sempre no mês de novembro – em que se comemora o Dia da Consciência Negra (20/11) -, o projeto realiza diversas atividades musicais e de histórias, além da própria amarelinha africana.

    As atividades são conduzidas por diversos convidados, inclusive, pelos angolanos Edgar e Pupa, que contam aos pequenos sobre suas histórias de vida no continente africano.