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    Da ‘geração antiga’, Véio Quevedo afirma que vai buscar união

     

    Filho de político, Joaquim Amado Quevedo (Véio Quevedo – PMDB) é um dos candidatos eleitos a vereador mais experientes da nova Legislatura. Em 2017, ele volta à Câmara para um terceiro mandato, endossado por 1.119 votos. Ele disputou as eleições pela coligação PMDB, DEM e SD, que fez mais dois parlamentares.

    O político retorna ao Legislativo aos 70 anos de idade, com a preocupação de “se reciclar”. Mais velho entre os próximos vereadores, também disse ter como meta manter a “característica” que o tornou conhecido: a popularidade.

    “Represento a política antiga, mas continuo aprendendo mais que ensinando, porque as leis mudam muito. É preciso sempre estar acompanhando. E, no meu entendimento, a política é um tipo de lei”, declarou.

    Quevedo ingressou na vida pública em 1976, quatro anos depois da morte do pai, Joaquim Antunes Quevedo. Quinzinho Quevedo, como era conhecido, tornou-se o primeiro político da família. Ele exerceu somente um mandato, falecendo antes de concluí-lo. “Na época, eu tinha 26 anos e, motivado por amigos, resolvi que poderia disputar as eleições como meu pai”, contou.

    Vencedor já na primeira disputa, Quevedo exerceu a função de vereador entre 1977 e 1982. De 1983 a 1987, ocupou a cadeira, pela primeira vez, de prefeito. Dez anos depois de ter assumido a Prefeitura, retornou ao paço. Completou o segundo mandato como administrador da cidade de 1993 a 1997.

    Em 2004, ele venceu as eleições para a Câmara, exercendo o segundo mandato como vereador entre os anos de 2005 a 2008. Na ocasião, chegou a apresentar diversas representações contra a administração de Luiz Gonzaga Vieira de Camargo, marido da prefeita eleita Maria José Vieira de Camargo.

    A partir do ano que vem, Quevedo promete “continuar a ser fiscalizador”. Entretanto, negou que a postura tenha qualquer relação com o grupo político do ex-prefeito. “Esse é o papel do vereador, é uma obrigação”, afirmou.

    Membro de um grupo de oposição composto por oito vereadores eleitos, o político antecipou que não tem pretensões de ocupar “qualquer cargo” no Legislativo a não ser o de vereador. Quevedo refuta, até mesmo, fazer parte de comissão permanente. A Câmara tem cinco colegiados responsáveis por emitir pareceres.

    “Não vou ser contra tudo, mas estarei de acordo com a minha turma. O que tivermos de dúvida, vamos analisar bem e tentar segurar o que não for bom”, concluiu.