Censo de Animais é realizado pela Prefeitura na zona rural

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Anunciado como “revolucionário”, o Censo de Animais Domésticos, promovido pela Prefeitura desde o dia 3, tem como meta apurar o número de animais no município, além das condições de sobrevivência e o tratamento que recebem. O primeiro estágio do programa contempla os 32 bairros da zona rural.

A gestão do censo está sob a supervisão da Secretaria Municipal da Saúde, por meio do Departamento de Zoonoses.

As questões abordadas contemplam acomodações, higiene, alimentação e se o animal é castrado. As equipes da Zoonoses realizam a contagem mediante visitação nas propriedades dos bairros.

Segundo a coordenadora da Zoonoses, Mara Rúbia Fornazari, os agentes da Saúde, junto com o censo, promovem ações educativas relacionadas à importância da vacinação dos animais.

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De acordo com a assessoria de comunicação da Prefeitura, até esta terça-feira, 17, 561 animais de quatro bairros rurais (Caaguaçu, Barro Preto, Guarapó de Baixo e Lagoa Vermelha) já haviam sido imunizados.

A próxima visita, agendada para esta semana, será no Rio das Pedras. Em outubro a campanha de vacinação e o censo chegam à zona urbana.

Conforme a assessoria de comunicação, a vacina antirrábica deve ser aplicada anualmente em animais acima de cinco meses, até mesmo nas fêmeas que estiverem em período de amamentação, prenhe ou no cio.

Animais com diarreia, secreção ocular ou nasal, sem apetite, que se recuperam de cirurgias ou outras enfermidades, não devem ser imunizados.

A raiva é uma doença transmissível tanto de animal para animal quanto de animal para o ser humano. Ela é caracterizada pelo contágio direto, ou seja, por meio de mordida, arranhões ou lambedura de cães, gatos e morcegos infectados.

Segundo o secretário municipal da Saúde, José Luiz Barusso, outra novidade da atual administração é a aquisição de vacinas que não oferecem risco aos animais e são encontradas em consultórios veterinários particulares.

“Trata-se de uma ação de extrema importância, já que a raiva não tem cura e, nos casos mais agudos, pode matar tanto o animal quanto a pessoa infectada”, conclui a assessoria.


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