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    Prefeitura local realiza simulado de capotamento na área central





    AC Prefeitura / Evandro Ananias

    Simulado contou com participação de servidores públicos e atendimento do Samu, Corpo de Bombeiros e GCM

     

    Na manhã de quarta-feira, 14, na praça Paulo Setúbal (do “Barão”), a Prefeitura realizou simulado com múltiplas vítimas e o “Protocolo Start” – processo utilizado em situações nas quais a emergência ultrapassa a capacidade de resposta da equipe de socorro.

    A atividade contou com participação do Pronto-Socorro Municipal, GCM (Guarda Civil Municipal), Demutt (Departamento Municipal de Trânsito e Transporte), Corpo de Bombeiros, Samu e agente funerário.

    De acordo com a coordenadora municipal de urgência e emergência, Roberta Lodi Molonha Machado, o evento foi “muito interessante e de bastante utilidade aos profissionais da área da saúde”.

    Conforme Roberta, os participantes do simulado, todos servidores municipais, atuaram como se estivessem envolvidos, realmente, em um acidente de trânsito.

    A simulação foi de um atropelamento seguido de capotamento, e o serviço de emergência do município foi acionado “como se o acidente tivesse sido real”. O Corpo de Bombeiros chegou antes que o Samu e começou o suposto atendimento.

    Roberta contou que os homens do Corpo de Bombeiros iniciaram os trabalhos tirando as vítimas de dentro dos carros e de perto do acidente e levando-as a locais seguros, longe dos veículos.

    A coordenadora explicou que a área em que estão os carros envolvidos no acidente é chamada de “zona quente”, por oferecer riscos, e que somente equipes do Corpo de Bombeiros podem permanecer no local para atendimento e transporte das vítimas.

    Após o primeiro atendimento no local, as pessoas envolvidas no acidente foram levadas a uma área mais distante, chamada “zona fria” e, depois, encaminhadas ao PS. No simulado, houve 14 vítimas e um óbito.

    De acordo com Roberta, havia bastante gente assistindo ao simulado, cuja maioria era profissional de saúde.

    “A ação foi excelente e ficou muito próxima da realidade. Inclusive, na verdade, o simulado é um treinamento que a gente faz, aberto, para que as pessoas vejam, mas é um treinamento para levantarmos possíveis problemas. Nem a coordenação participa”.

    “A situação do acidente é algo que pode acontecer a qualquer momento, então é importante participar”, observou Roberta.