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    Servente é acusado de violação de domicílio em Tatuí ao dormir em colchão

    Da Redação

    Um caso de supostos furtos e violação de domicílio em Tatuí foi registrado na Polícia Civil na segunda-feira, 19, após um homem de 31 anos ser encontrado dormindo no interior de uma casa destinada à locação, no Jardim Primavera, sem autorização do proprietário ou responsável pelo imóvel.

    Segundo o boletim de ocorrência, guardas civis municipais foram acionados para comparecer à residência, localizada na rua José Agnaldo Soares, onde encontraram o servente de pedreiro deitado sobre um colchão deixado pela antiga inquilina.

    Questionado, o homem teria alegado que recebera autorização de uma pessoa supostamente ligada à antiga inquilina para permanecer no imóvel por alguns dias, utilizando o local apenas para dormir enquanto trabalhava. Ele afirmou estar em situação de rua.

    Ainda de acordo com o BO, a residência apresentava sinais de depredação, com danos em diversos pontos e ausência de fiação elétrica, relógio medidor de energia, interruptores, tomadas, vaso sanitário, torneiras, forro de PVC e dois aparelhos de ar-condicionado.

    Conforme o relato da representante da imobiliária responsável pela administração do imóvel, os materiais teriam sido furtados nas últimas semanas. Ela informa que a antiga inquilina havia comunicado a presença de um indivíduo desconhecido na casa, que aparentemente frequentava o local havia alguns dias.

    A representante declarou, ainda, que não haviam sido registrados boletins de ocorrência referentes aos furtos anteriores e não havia imagens de câmeras de monitoramento das proximidades.

    O homem negou ter praticado os furtos ou danificado a residência, alegando que o imóvel já se encontrava naquelas condições. Também indicou vizinhos como possíveis testemunhas da rotina dele.

    Diante da situação, o servente foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Tatuí para exame cautelar e, posteriormente, apresentado à Polícia Civil. Segundo a autoridade policial, não foram encontrados objetos furtados em poder dele, nem elementos suficientes para atribuir-lhe a autoria das subtrações.