Voluntária busca apoio para novo mutirão que ajudaria menina Júlia

Caso mobilizou o Brasil e o exterior; nova ação depende de apoiadores

0
473
Centro de Especialidades Médicas recebe, no sábado, equipe do Hemonúcleo de Jaú para coleta de sangue (foto: Cristiano Mota)
Publicidade
Eletrofer
Della Nonna
Alessandra Bonilha, dra
Want create site? Find Free WordPress Themes and plugins.

A empresária Rita Corradi Azevedo está em busca de apoio para realizar novo mutirão para ajudar a pequena Júlia Abrame de Oliveira, de 6 anos. Diagnosticada com leucemia linfoide aguda aos dois anos de idade, a menina precisa urgentemente de transplante de medula óssea. Entretanto, ainda aguarda um doador 100% compatível para o procedimento.

O caso de Júlia mobilizou pessoas que residem no Brasil e no exterior. Além da voluntária, a família da menina e a redação de O Progresso registraram contatos feitos por pessoas interessadas em ajudar Júlia.

“Agora há pouco, ligou uma moça que mora nos Estados Unidos. Ela viu o caso, disse que se emocionou e queria ver se era compatível com a menina”, contou Rita.

A voluntária disse ter ficado comovida com o contato. Entretanto, salientou que qualquer pessoa, mesmo a jovem que vive no exterior, deve procurar um banco de sangue para realizar o cadastro. Os doadores precisam preencher formulário e ceder uma amostra de cinco mililitros de sangue.

O material coletado segue para análise e o doador tem os dados cadastrados no Redome (Registro Nacional de Portadores de Medula Óssea).

A pessoa pode ser chamada para realizar a doação a um paciente em qualquer lugar do mundo. Isso porque os registros são conectados, possibilitando a um residente fora do Brasil ser chamado para atender a um paciente que viva no país.

Rita também destacou que os doadores precisam saber que não existe a possibilidade de “direcionar a ajuda”. “Quando alguém se cadastra em um banco de dados, não é só para uma pessoa, é para todo mundo que precisa. Mas, no momento de doar, quando compatível, a pessoa tem a opção de recusar”, explicou.

Publicidade
Damásio nivel medio
Bendita Filo
Shop-jantar

De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), as chances de um paciente encontrar um doador compatível são de uma em cada cem mil pessoas, em média.

No caso de Júlia, mesmo com o mutirão realizado no dia 28 de outubro, não houve, até o momento, a inclusão de um registro de pessoa coadunável.

Na ocasião, 1.639 pessoas fizeram cadastro como doadores de medula óssea. A ação aconteceu no Cemem (Centro Municipal de Especialidades Médicas) “Dr. Jamil Sallum”, tendo sido encerrada por falta de itens para coleta de materiais.

“Tive que dispensar muita gente, e preciso fazer um novo mutirão. Para isso, estou tentando novas parcerias”, contou a empresária.

Desde o encerramento da primeira ação em prol à Júlia, Rita tem dedicado parte do tempo a encontrar apoios. A maior dificuldade é com relação a quem possa coletar o material, processá-lo e registrá-lo no cadastro nacional.

“Não temos data definida para um mutirão. Estou tentando arrumar parceiros, porque a equipe de Marília só vai poder voltar a Tatuí no ano que vem”, contou.

A expectativa é de que o cadastro de novos doadores aconteça somente antes do Carnaval. Em função disso, Rita afirmou que está “correndo” para realizar uma nova edição o mais rápido possível. “Posso até deixar agendado para março do ano que vem, mas preciso marcar antes porque muita gente que quis contribuir da primeira vez não conseguiu”, argumentou.

Para o próximo mutirão, Rita espera contar com participação de pessoas de toda a região. De acordo com ela, há interessados em Boituva, Cesário Lange, Cerquilho e Sorocaba. Eles querem contribuir enviando doadores ou sediando ações.

Did you find apk for android? You can find new Free Android Games and apps.
Publicidade
Coplaspel
EleService institucional
Thais Brito divulga

DEIXE UMA RESPOSTA

entre com sua mensagem
entre com seu nome