Obra é retomada e UPA deverá ser concluída até o mês de dezembro

    Empresa trabalha na conclusão dos 38% que restam para a finalização

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    Funcionários se preparam para as primeiras intervenções na obra da UPA (foto: AI Prefeitura)
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    Considerada fundamental para a melhoria da qualidade no atendimento de saúde no município, a obra para construção da UPA (unidade de pronto atendimento) foi retomada nesta segunda-feira, 14.

    A empresa Obra Nobre Empreendimentos, de Ribeirão Pires, é a responsável pela conclusão dos 38% que restam para a finalização do prédio. A companhia venceu a concorrência pública, realizada em março, com a participação de outras dez empresas, na qual cinco foram habilitadas a apresentar propostas.

    A concorrência entre as empresas habilitadas fez o preço final da obra sofrer redução de 19% em relação ao impacto financeiro estabelecido pela Prefeitura, resultando no valor de R$ 1,9 milhão.

    O prazo para conclusão da unidade é dezembro de 2018, imposto pelo Ministério da Saúde, após três pedidos consecutivos de prorrogação da obra, não cumpridos pelo município. A Prefeitura chegou a ser comunicada, no início de 2017, do cancelamento do convênio.

    O prédio começou a ser projetado em 2010 e, na ocasião, foi anunciado como uma das três unidades de pronto atendimento habilitadas pelo Ministério da Saúde na região de Sorocaba.

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    Situado na avenida Domingos Bassi, na vila Cecap, a unidade foi viabilizada por meio de recursos da “segunda versão” do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal.

    Em 2012, as obras foram interrompidas. Na época, a Prefeitura, sob administração do ex-prefeito José Manoel Correa Coelho, Manu, afirmou que a paralisação era decorrente de falhas e irregularidades no projeto.

    Para retomar a construção, o município precisou fazer mudanças na planta para adequá-la ao padrão estabelecido pelo Ministério da Saúde, uma vez que as medições apresentavam valores acima do previsto.

    A Prefeitura também teve de entrar em entendimento com o Ministério Público local, em virtude de a Promotoria ter oficiado o Executivo sobre uma reclamação. A queixa era de que a UPA estaria sendo construída em área imprópria (residencial).

    O Executivo reavaliou a questão e verificou que não havia problemas. O prédio em construção está situado em área chamada de “corredor”. Nela, estão inseridos o quartel do Corpo de Bombeiros e o Mangueirão.

    Além do recurso para a conclusão dos espaços físicos, há a liberação de uma última parcela do convênio, para ajuda na aquisição dos equipamentos necessários ao funcionamento da unidade.

    Com porte aproximado de 2.000 metros quadrados, a unidade terá sala de emergência e um espaço de atendimento diferenciado só para crianças.

    A unidade de pronto atendimento tem objetivo de desafogar a demanda no Pronto-Socorro Municipal “Erasmo Peixoto”. Segundo a Secretaria da Saúde, 85% dos atendimentos realizados atualmente no local não deveriam acontecer lá.

    Para finalizar o empreendimento, o contrato prevê a instalação da fundação térrea, superestrutura térrea, paredes e painéis, esquadrias de madeira, ferragens, esquadrias de alumínio, vidros, cobertura metálica, impermeabilização, revestimentos de teto e parede, revestimento de piso, pavimentação externa, instalação de água e esgoto e sistema de combate a incêndio.

    O projeto também contemplará a instalação de louças e metais, instalação elétrica, pintura, limpeza final e serviços complementares, com o plantio de árvores e grama, alambrado, divisórias e portão de ferro.

    Em Tatuí, a UPA está contemplada como “porte II”, que tem o mínimo de 11 leitos de observação, capacidade de atendimento médio de 250 pacientes por dia e área de abrangência de cem mil a 200 mil habitantes.

    As UPAs fazem parte da Política Nacional de Urgência e Emergência, lançada pelo Ministério da Saúde em 2008 e que visa estruturar e organizar a rede de urgência e emergência no país, integrando a atenção às urgências.

    O atendimento dessas unidades acontece 24 horas por dia, sete dias por semana, com capacidade para resolver grande parte das urgências e emergências, como pressão e febre alta, fraturas, cortes, infarto e derrame.

    Mesmo possuindo estrutura simplificada, a unidade é equipada com raio-X, eletrocardiograma, pediatria, laboratório de exames e leitos de observação.

    Compete à UPA acolher os usuários e seus familiares; trabalhar articulada com a rede de Atenção Básica, Samu 192, hospitais, apoio diagnóstico e terapêutico, “construindo fluxos de referência e contrarreferência” assistidos pelas centrais de regulação.

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