Mostra visível permanece até domingo

Exposição em cartaz no museu é fruto de inquietação de artistas independentes

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Peça exposta no museu a partir de pesquisas de seis artistas plásticas
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Em cartaz no MHPS (Museu Histórico “Paulo Setúbal”), a exposição “Universo Invisivelmente Visível” permanece em cartaz até o próximo dia 14. As visitações são aceitas no horário das 9h às 17h, com entrada gratuita. O museu fica na praça Martinho Guedes, 98, no centro, e abre de terça-feira a domingo.

O equipamento cultural da Secretaria Municipal de Esporte, Cultura, Turismo, Lazer e Juventude apresenta resultado de inquietação de seis artistas independentes. Integram o coletivo artístico feminino: Iolanda Cimino, Kazuhe Shizuru, Rita Caruzzo, Sandra Lozano, Sônia Botture e Zilamar Takeda.

As artistas reuniram-se para trocas de experiências estéticas, filosóficas e poéticas para produção de uma mostra. O trabalho é inspirado no conhecimento da tradição artística do passado e do presente com linguagens e atitudes contemporâneas, sendo, também, fruto de uma ampla pesquisa.

O coletivo é integrado por artistas com diferentes formações, mas todas nascidas na capital. Iolanda começou a desenhar na infância e, na adolescência, foi estudar artes plásticas na Escola Panamericana de Artes. Em 2010 licenciou-se em artes visuais pela FPA (Faculdade Paulista de Artes).

Desenvolveu o dom em retratar com realismo e policromia as figuras humanas. A visão do figurativo impressionista da artista imprimiu uma forte tendência inicial no trabalho dela, que, aos poucos, foi se traduzindo no chamado “POP Art realista”. Esta é, atualmente, a marca predominante do trabalho dela.

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Kazuhe é bacharel em biologia, fotógrafa e poetisa. Participou de várias exposições coletivas no Brasil e no exterior. No país, visitou cidades de Arceburgo, Campinas, Embu das Artes, Ilha Bela, Jundiaí, Limeira, São Paulo, Piracicaba, Vinhedo.

No exterior, levou os trabalhos para Berlin (Alemanha), Braga e Cascais (Portugal), Nova Iorque (Estados Unidos), Paris (França), Quebec (Canadá) e Helsink (Finlândia), com fotografias e pinturas. A artista publicou em 12 antologias.

Rita começou a pintar aos sete anos de idade ao ver que a paixão eram as cores. Formou-se em artes em 1994 e fez diversos cursos, sendo de especialização em história da arte e de restauração e técnicas de pintura e escultura.

A arte dela está voltada ao surrealismo. Nos últimos cinco anos, a artista focou em disseminar conhecimento em especializações, cursos e aulas ministradas em ateliê.

Ela leciona pintura para idosos, crianças e pessoas especiais. Participou de várias exposições coletivas e individuais, no Brasil e no exterior, sendo premiada em diversas.

Sandra é fotógrafa e formada como assistente social pela Universidade Santo Antônio e em psicologia clínica pela Universidade São Marcos. Atualmente, trabalha como artista plástica e poeta, com destaque para as intervenções fotográficas.

Sonia possui formação em química pela Universidade Oswaldo Cruz e em língua e literatura portuguesas pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo.

Durante oito anos, trabalhou na área veterinária (em vacina contra a febre aftosa). Lecionou por 20 anos língua e literatura portuguesa e brasileira e, posteriormente, ao abandonar o magistério, tornou-se empresária na área de eventos. Em 2005, conheceu Rita Caruzzo, que a incentivou a pintar e voltar à fotografia.

Zilamar é artista visual que trabalha com as técnicas e prática da arte têxtil contemporânea com material orgânico, como pigmentos e tingimentos vegetais.

Mais informações sobre as artistas e a mostra são fornecidas pelo telefone 3251-4696.

Conforme o museu, grupos escolares, entidades que atendem crianças, jovens e adultos e outras instituições também podem realizar a visitação monitorada pela equipe do museu.

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